quarta-feira, 17 de março de 2010


               BANDA CABAÇAL IRMÃOS ANICETO


         Elas  são  a mais pura expressão da manifestação da cultura popular nordestina. A origem remontam às tradições Portuguesa,Africana e principalmente Indígenas,como é o caso da Banda cabaçal mais famosa do Ceará, a Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto do Crato,que tem descendência dos Indios Cariris. A caracteristica principal da banda é a formação com pifanos,zabumbas e caixas. Essas bandinhas ganham novos nomes conforme os estados,no estado da Bahia são  conhecidas como "Calumbi" ,já em Alagoas ganha o nome de "Carapeba" ,em Pernambuco Pifanos e no Ceará,Bandas Cabaçais. a mais antiga e tradicional do nordeste é a Banda de Pifanos de Caruarú dos irmão Biano, a muito tempo radicada em Sampa.
A Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto do Crato,surgiu no século XIX  ,com o agricultor José Lourenço da Siva,que transmitiu seus conhecimentos musicais para filhos e netos. O grupo compõe inspirado no trabalho da roça e na observação do cotidiano da vida do sertão. Tocando em festas populares e religiosas como casamentos,batizados e procissões, a banda Cabaçal também tem muita representatividade no estado da Paraíba, e é um exemplo de resistência cultural, e popular e tradicional no nordeste. O ritmo tradicional tocado pelas bandas é o baião,porém ritmo mais tradicionais como valsa e  a marcha também são executados. Além da música, os  integrantes das bandas também dançam, incorporando movimentos intuitivos e teatrais a sua apresentação.
  E assim como aprenderam com o pai, não deixarão a música dos Anicetos  desaparecer. Os instrumentos da Banda são fabricados por ele mesmo,conforme o segredo que passam de geração para geração. A banda é formada por Antonio e Raimundo nos pifanos,cicero na caixa e Joval nos pratos e Adriano na zabumba. e assim tentam eternizar  o som da Banda Cabaçal do  Crato por séculos e séculos,Amém.

William Veras de Queiroz 2010 D.C - Santo Antonio do Salgueiro- PE.


terça-feira, 16 de março de 2010


NAURÊA-UMA MISTURA DE RITMOS QUE DEU CERTO

A Naurêa é uma banda totalmente sergipana, formada em 2001, toca um ritmo que mistura samba e baião, além de outras batidas influenciadas de diversas tendências musicais. O sambaião é o groove da Naurêa que nasce da zabumba e do surdo. Nasce também de um trio de forró (sanfona – Leo Airplane –, zabumba – Márcio de dona Litinha – e triângulo – Alex Sant'Anna), do cavaquinho – Aragão –, do surdo de samba – Patricktor4 – da guitarra - Abraão Gonzaga - do baixo italiano de Antonio Borrelli e da cama percussiva, com congas, timbales, caixas – Betinho da Maloca. Naurêa tem ganhado destaque ao longo de sua história, ultrapassando as fronteiras do Estado de Sergipe, além de ser presença garantida nos eventos mais importantes em sua terra natal, embalando o público com canções comoÁlcool ou Acetona”, “Bomfim”, “Pra Ingrês Vê”, “Sexta Feira” (com participação de Silvério Pessoa), “Hoje Tem Forró”, “Manga Verde”, “Sambaião Serial”, “Que Oração”, “Fé e Umbigada”, “A Peleja de Lampião”, entre outras. Naurêa chegou até a Alemanha durante a Copa de 2006, num show que abriu caminho para turnês pela Europa. Some-se a isso a participação no Mercado Cultural, no Rec Beat e na FMI (a Feira da Música Independente Internacional) de Brasília. E nas citações na imprensa nacional – como na matéria "A música fora do eixo", publicada na revista Carta Capital. Apesar de apenas ter sido criada em 2001, já lançou uma demo (O pop do forró), o primeiro CD (Circular Cidade ou estudando o plágio), um ep (Kda vez + negaum) e o segundo CD (Naurêa apresenta: o sambaião). E já aponta para mais dois projetos o DVD. Foi dia 05/03/2010 na rua da cultura, gravação do DVD da Naurêa com participação de Genival Lacerda, Nino Karva, Dj. Dolores, HotBlack, Silvério Pessoa e Isaar. DVD com um CD ao vivo e o seu terceiro CD: Baleska. A música resultante da mistura de ritmos diversos impede que os espectadores fiquem parados. Há os que resistam, mas não por muito tempo. Há os que tentam descansar, recuperar o fôlego, mas todo mundo dança. É para o suor pingar de bica. Naurêa traz música de qualidade, muito agito e animação. Definitivamente a Naurêa se firma como uma das bandas que compõem a nova música brasileira. Com seu sambaião, a banda propõe uma música despojada que reverencia a tradição do forró e aponta para as várias possibilidades da música das periferias do mundo. Quer saber mais, acesse: www.naurea.com.br, tudo sobre a banda: discografia, fotos, videos e músicas para download. E também estão no http://www.elocompany.com.br/. Vamos lá conferir, um abraço a todos.

Rosemary Borges Xavier, 2010-D.C-Cajueiro-Recife-Pernambuco.

domingo, 14 de março de 2010

           ZÉ DE CAZUZA,MEMÓRIA VIVA DA POESIA POPULAR
            José Nunes Filho,Nasceu na Fazenda Boa Vista,no municipio Paraibano de Monteiro,em 13 de dezembro de 1929.Ele é fiel depositário  da poesia popular  e do improviso de viola.Zé de Cazuza ,do alto dos seus 80 anos,ele  se mantém com uma capacidade extraordinaária e guarda na cachola centenas e mais centenas de  causos,poemas,pelejas e canções de alguns dos maiores nomes da história do repente.Parte deste tesouro                                                   
ele perenizou no livro "Poetas Encantadores". Zé de Cazuza, é considerado o gravador humano,que decora  versos  a 70 anos,o dom  dele tem sido aproveitado por muitos pesquisadores e históriadores do repente de violas,muitos recorrem ao gravador humano para editar algo sobre   poesia popular. Ele é herdeiro de  uma tradição de bardos repentistas que remonta aos primeiros nomes do gênero,Zé de Cazuza,cujo pai também era porta,e em sua casa ia Lourival Batista e Pinto do Monteiro,dois dos maiores do seu tempo. Foi ouvindo os dois que ele começou a decorar versos. Graças a Zé de Cazuza foram preservados versos de cantadores que ele não chegou a conhecer,que lhe foram ensinado pelos mais velhos ou por alguns que conheceu pouco,como o lendário Antonio Marinho, de São José do Egito. Embora tenha convivido com várias gerações de repentista,não é passadista. Para ele como existiram ótimos cantadores no passado,existem ótimos cantadores no presente: A diferença para os de antigamente é que eles eram mais atrasados. Atualmente tem cantadores extraordinários,como Ivanildo Vila Nova e Os Nonatos, diz Zé de Cazuza,que é também poeta e já chegou a ser cantador de viola,mas por pouco tempo:    " Ia uma caravana de cantadores para São Paulo,isto em 1970,eu ia só acompanhar,iriam seis cantadores comigo ficava  sete Então tiraram um,e  eu fui como cantador . E me dei bem.Zé de Cazuza mora hoje na cidade Paraibana do Prata.os filhos também seguiram pelo caminho das artes, Miguel Marcondes e Luiz Romero são integrantes do grupo de música regional Vates &; Violas  o terceiro tem um trabalho ligado as vaquejadas. Assim a arte não abandonou o gravador  humano nos seus 70 anos de arte, e esse legado cultural ,segue vida afora.

William Veras de Queiroz 2010 D.C   Santo Antonio de Salgueiro -PE.

sábado, 13 de março de 2010


                      
                   SAMBA DE VÉIO, DA ILHA DO MASSANGANO


               " Nessa água que não pára ,de longas beiras" como diria Guimarães Rosa. O rio segue seu curso lento e caudaloso,abraça  a ilha e sua terceira margem, lava a copa das folhagens das ingazeiras em seu eterno mergulho,na ponta da proa a carranca emerge sorridente  sob a guia do exausto barqueiro que volta para o descanso dos justos com o cair da tarde. Quando a lua no céu  dá volta e meia, o batuque vai aonde o ouvir se espande, e a dança vai pela madrugada a dentro, celebrando a tradição de um povo que constrói sua história  em cada batida de pé.E assim a história  se repete na ilha do Massangano,banhada pelas águas do Rio São Francisco,  a 15 kms da cidade de Petrolina.os relatos do folguedo está nos corações e mentes dos ilhéus como um patrimônio,herdado pelos ancestrais, e brotam em constante depoimentos. " Quando eu era criança, papai tomava conta do samba de véio .Meia-noite o pessoal saía de porta em porta,acordavam os moradores de surpresa e de manhã cedo comiam um bode assado.Quando o samba terminava,todo mundo ia raspar mandioca." Eis a primeira lembrança que a memória de Conceição consegue acolher,  em seus 45 anos de vida. Uma vida pacata e tranquila,que contrasta com o ritmo frenético da dança.todo ritual inicia com a formação de uma roda,ao som dos cantos(com voz solo e em coro),palmas,pandeiros ,triangulos e,como principal instrumento de percursão e um dos elementos de identidade,tamboretes feitos de couro de bode,que durante o dia têm a função primordial de servir de assento.Quem vai para o meio da roda sempre improvisa o sapateado,contagiando as pessoas ao redor. o bamboleio sereno do corpo,marcado por um pequeno movimento dos pés,da cabeça e dos braços,acompanha o ritmo da música. No centro da roda quando o movimento vai extenuando,entre dez e vinte segundo o brincante é substituido com uma curiosa umbigada. Na roda do samba não existe platéia e a próxima vitima da umbigada pode ser você. A única saída é cair no samba. Aqui, quando vai nascendo vai logo aprendendo a dançar.Eu entrei com dez anos porque,naquele tempo,nossos  pai não nos levava a lugar nenhum.Eles saiam e nos deixavam presos em casa. com dez anos, eu só saia porque era samba de véio. se fosse um baile os pais não deixavam.Mais os meninos de hoje... Todos são sambistas". Afirma dona das Dores,que nasceu a 72 anos no porto da cruz,onde se brincava o Samba de véio. E assim os depoimentos se mutiplicam na retórica de um povo que através da dança  e tradição descobriu onde móra a felicidade.

William Veras de Queiroz  2010 D.C  Santo Antonio do Salgueiro -PE.  

sexta-feira, 12 de março de 2010

OLINDA-O TEU MAR ME FAZ SONHAR

RECIFE/CASÁRIO ANTIGO DA RUA DA AURORA/QUANTAS HORAS PASSAMOS AO VER A LUA PRATEANDO O ESPELHO DO CAPIBARIBE

Homenagem as aniversariantes

Recife e Olinda tão lindas
Uma olhando a outra
De frente imponentes

Olinda o que diz:
Recife menina/mulher/feliz
Com tamanha grandeza e leveza
És toda beleza
E por sobre este Rio tão frio e sombrio
Pusestes tuas pontes
Deixando passar
Teus filhos brincantes
Tal qual figurantes nas noites distantes

Recife o que fala:
Olinda menina/dona/senhora
Não te demoras na hora
Pois sobes ladeiras
Ladeiras ensaboadeiras
Por onde percorres com pernas ligeiras
Convidas teus filhos brincantes
Tal qual como antes nas noites distantes
Pois, agora descansas; que já chegou a quarta-feira

VIVA OS 475 ANOS DE OLINDA E OS 473 ANOS DE RECIFE

Rosemary Borges Xavier, 2010-D.C-Cajueiro-Recife-Pernambuco

quinta-feira, 11 de março de 2010



AMEÇA NUCLEAR - DIRETOR DO MUSEU DA PAZ DE HIROSHIMA ALERTA QUE RISCO DE UMA BOMBA CAIR NAS MÃOS DE TERRORISTAS E SER DETONADA É ALTO
Hiroshima (Japão) – Em 2009, o mundo lembrou os 70 anos do início da Segunda Guerra Mundial, o maior conflito armado da história, responsável pela morte de cerca de 50 milhões de pessoas. O episódio reservou dois de seus capítulos mais dramáticos para seus instantes finais. Às 8h15 de 6 de agosto de 1945, uma segunda-feira, com Adolf Hitler já morto e a Alemanha rendida, o mundo conheceu uma nova face do terror. A primeira bomba atômica (1) usada contra seres humanos explodiu a 600 metros acima da cidade japonesa de Hiroshima, lançada por um avião B-29 norte-americano, apelidado de Enola Gay pelo coronel Paul Tibbets, piloto da missão. Cerca de 70 mil pessoas morreram entre a detonação e os dias que se seguiram. Até dezembro daquele ano, o número de vítimas chegaria a 140 mil, ou 40% das 350 mil pessoas que estavam na cidade naquela manhã. Sobre Nagasaki foi lançada uma bomba ainda mais poderosa do que aquela que varreu Hiroshima. Apelidada de Fat Man (homem gordo), ela tinha 3,25m de comprimento, 1,52m de diâmetro e 4500kg. Em seu núcleo, havia plutônio-239, o gerador de uma explosão equivalente a 21 mil toneladas de TNT-trinitro tolueno. Apenas três dias depois daquele horror, às 11h02 de 9 de agosto, foi a vez de Nagasaki, distante 320km de Hiroshima, experimentar o inferno. Também lançada por um bombardeiro B-29 dos Estados Unidos, uma segunda bomba atômica — de poder ainda mais destrutivo que a primeira — varreu a cidade, matando 74 mil dos 240 mil habitantes e ferindo outros 74 mil. O diretor do Museu da Paz de Hiroshima, Steven Leeper, faz um alerta: o risco de uma nova bomba atômica assombrar o planeta parece iminente. Aos 62 anos, completados em 20 de novembro, Leeper viveu quase a metade de sua vida no Japão. Ele chegou a Hiroshima em 1984 e, rapidamente, se envolveu com o Museu da Paz. Em 1986, começou a atuar como tradutor no museu. Nomeado diretor em abril de 2007 pelo prefeito de Hiroshima, Tadatoshi Akiba, Leeper é um dos principais ativistas da ONG Mayors For Peace (Prefeitos pela paz), que luta pela abolição das armas nucleares do mundo. Segundo ele, a única forma de evitar uma nova catástrofe é extinguir todas as ogivas. Caso contrário, será muito difícil conter o desastre. “Nossa principal preocupação é que grupos terroristas consigam acesso a armas nucleares”, explicou. “Se fizerem isso, certamente irão utilizá-las”, advertiu. Leeper lembrou que já foram descobertos planos no Afeganistão em que grupos terroristas planejavam detonar uma bomba atômica nos Estados Unidos. “Os militares descobriram esse plano, que foi batizado de ‘Hiroshima americana’”, contou o diretor. A Corrida armamentista-“Se as armas nucleares continuarem se multiplicando, esses grupos (terroristas) certamente, em algum ponto, terão acesso a elas, e o controle vai se tornar impossível”, afirmou Leeper. Oficialmente, nove países possuem armamentos nucleares como mostra a figura acima, incluindo a Coreia do Norte, que, em maio do ano passado, realizou um teste “com sucesso”, segundo os militares daquele país. A polêmica sobre a proliferação dessas armas ganhou força com a iniciativa do Irã de tentar enriquecer urânio em seu país. O presidente Mahmud Ahmadinejad garante que a ação tem fins pacíficos. Sob esse pretexto, Teerã obteve apoio do governo brasileiro. “Nesse sentido, nossa maior preocupação é com Israel. Como o país possui armamentos atômicos, os vizinhos se sentem ameaçados e também querem desenvolver essas armas. Isso leva a uma corrida armamentista”, disse o diretor do museu. Mobilização- Em 1985, em Hiroshima, a Mayors For Peace organizou sua primeira conferência mundial. Quase 25 anos depois, o movimento conta com o apoio de 3.241 prefeituras, de 134 países. No Brasil, as cidades de Belém, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Canoas e Novo Hamburgo (RS), Santos e Osasco (SP) já se juntaram à ONG. “A nossa ideia é unir o apoio do máximo de cidades em nossa causa. E por que cidades? Porque elas são as que verdadeiramente sofrem com as guerras e os bombardeios, e não os governos”, esclareceu o norte-americano. Apesar disso, Leeper sabe que, no fim das contas, são os governos que decidem. Por isso, todas as atenções da Mayors For Peace estão voltadas para maio deste ano, quando Nova York sediará uma conferência para discutir o Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), criado em 1970.
Para ele, existem dois caminhos sendo traçados simultaneamente no planeta. “Estamos nos movendo em duas direções. Tem gente trabalhando para eliminar as armas nucleares e gente querendo continuar a desenvolvê-las.” Segundo o ativista, apenas nos EUA são gastos US$ 55 bilhões ao ano no desenvolvimento de armas nucleares e em sistemas para operá-las. De acordo com o diretor do Museu da Paz de Hiroshima, o planeta caminha rumo a um futuro de graves problemas nas próximas décadas. Aquecimento global, superpopulação, escassez de recursos, fome e por aí vai. A lista é longa. Nesse sentido, Leeper destacou que a abolição das armas nucleares é o primeiro dos desafios. “Sei que é difícil, mas temos que conseguir. Caso contrário, faremos desse planeta um lugar inabitável”, advertiu. “Acabar com as armas nucleares é fácil. Depende de poucas pessoas (presidentes) quererem.” O apelo é coerente. O risco nuclear, que aterrorizou Hiroshima e Nagasaki há quase 65 anos, ainda existe, mesmo com o fim da Guerra Fria.

Rosemary Borges Xavier-2010-D.C-Cajueiro-Recife-PE

terça-feira, 9 de março de 2010


FÉNDÔ: A AVE GUERREIRA
A elocompany lançou o documentário que é uma homenagem a Féndô, cujo nome de batismo é Ana da luz Fortes do Nascimento, Féndô na sua língua quer dizer Ave, era portanto uma Ave, uma índia kaingang que lutou contra a perda das terras do Toldo Chimbamgue em Chapecó (SC). O vídeo trata de sua vida fazendo paralelos com o problema da demarcação de terras indígenas no Brasil e especificamente em Santa Catarina. Além disso, o documentário traz depoimentos de Féndô que explicita o seu ponto de vista frente os problemas do crescimento da cidade de Chapecó, que fica a oeste de Santa Catarina, sua opinião serve como um alerta ecológico. A média-metragem sobre esta centenária, mostra sua participação na longa luta para a recuperação das terras do seu povo. O documentário foi premiado como melhor Vídeo Educativo no I Festival da Terra, 2000, em Brasília, promovido pela CONTAG, e Menção Honrosa no 7º CineEco (Serra da Estrela, Portugal). Este trabalho que subsidia estudos e debates sobre a questão indígena nos meios universitários. É mais uma das páginas da nossa história que por longos anos ficou no desconhecido mundo das nossas memórias tribais. O documentário foi produzido no ano 2000, sobe direção de Penna Filho, com duração de 25 minutos, pode ser conferido no site:
www.elocompany.com.br.
Rosemary Borges Xavier, 2010-D.C-Cajueiro-Recife-PE

segunda-feira, 8 de março de 2010


MARIA BONITA-A RAINHA DO CANGAÇO

Maria Gomes de Oliveira, conhecida como Maria Bonita, nasceu em 8 de março (Dia Internacional da Mulher) de 1911, no sítio da Malhada da Caiçara, povoado da então cidade de Santo Antonio da Glória (BA). Depois da emancipação, o endereço da rainha do cangaço passou integrar a cidade de Paulo Afonso (BA). A casa onde Maria Bonita nasceu e viveu tem cinco cômodos e um externo, usado na época como depósito. A casa aproximadamente 50 metros quadrados Depois da varanda, uma sala com cerca de 12 metros quadrados abrigava a família. Em seguida, uma espécie de hall separava os dois quartos do imóvel e a cozinha.
Lá viveram os pais da cangaceira, Maria Bonita e outros dez irmãos (Benedita, Joana, Antonia, Francisca, Dorzina, Zé de Déa, Izaias, Ozéas, Arlindo e Ananias). A partir do ano de 2006 quando a casa foi restaurada, o endereço virou atração turística na cidade. “A obra demorou cerca de dois a três meses. Foram investidos R$ 75 mil pela prefeitura no projeto”, disse o historiador João de Souza. Dentro da casa há uma exposição fotográfica com imagens de Maria Bonita, Lampião e de cangaceiros da época. Também estão expostos um banco de madeira, um fogão e um pote de água, considerado a geladeira da época. Do lado de fora, o quintal abriga uma árvore conhecida na região como barriguda e um umbuzeiro, que oferece sombra para dois bancos de pedra. O povoado de Malhada da Caiçara fica a cerca de 38 quilômetros de Paulo Afonso. Ainda hoje moram parentes de Mara Bonita na vizinhança. Segundo Souza, Maria Bonita saiu a primeira vez da casa quando tinha 16 anos. Ela se casou com José Miguel, conhecido como Zé de Nenê. Em 1929, depois de 15 dias separada do primeiro marido, ela conheceu Lampião. “O marido dela era muito boêmio e eles viviam brigando. Em uma dessas brigas, ela voltou para a casa dos pais e não quis mais saber do marido. Foi aí que ela conheceu Lampião”. Maria bonita viveu no local de 1911 a 1929. Hoje dia internacional da mulher e aniversário do centenário de Maria bonita, uma mulher pioneira em todos os exemplos que podemos tomar, o Sol Vermelho presta homenagem, a todas que foram, são e serão tal qual a rainha do cangaço.

Rosemary Borges Xavier, 2010-D.C-Cajueiro-Recife-Pernambuco.

domingo, 7 de março de 2010


ZÉ CABOCLO, FEZ DA BRINCADEIRA DE CRIANÇA SEU OFÍCIO
Zé Caboclo - José Antonio da Silva (1921-1973), casado com Celestina Rodrigues de Oliveira foi também discípulo de Vitalino”. Filho de louçeira desde criança modelava brinquedos de barro. Foi o caminho inicial para se tornar um dos mais conceituados “bonequeiros” do Alto do Moura, em Caruaru-PE. Zé Caboclo trabalhava junto com seu cunhado Manuel Eudócio, irmão de sua mulher. Há várias criações referentes ao cotidiano sertanejo atribuídas aos dois parceiros. Uma delas é a representação do olho nas figuras através de um pequeno relevo pintado de branco com um pontinho preto no meio. Outras criações da dupla se refere a série “os profissionais” : dentistas, advogados, médicos, delegados, juízes etc. O artista criava também moringas e jarras antropomorfas, representações do Bumba-Meu-Boi, do Maracatu, sem nunca ter visto uma apresentação, também criava santos católicos, foi um dos ceramistas a introduzir o negro em suas peças. Muitos de seus filhos e filhas e descendentes, continuam em atividade em Alto do Moura, Caruaru-PE. Dentre eles sua filha Marliete Rodrigues da Silva, nascida em 1957, especialista em esculpir cenas típicas da região através de miniatutas. Usa o espinho do mandacaru para “bordar” as peças. Zé Caboclo têm peças no acervo de importantes museus e coleções particulares: Museu do Barro, também conhecido como Espaço Zé Caboclo em Caruaru-PE; Museu do Homem do Nordeste no Recife-PE; Museu Casa do Pontal no Rio de Janeiro-RJ ; Museu do Folclore Edison Carneiro no Rio de Janeiro-RJ e Museu da Chácara do Céu (Fundação Raymundo Castro Maya) no Rio de Janeiro-RJ. Suas obras podem ser vistas atualmente na mostra CAMINHOS DO SANTO juntos com outros no Museu de Arte Popular -Pátio de São Pedro, Recife-PE, casa 49, bairro de São José. Seg a sex 9h às 17h Até maio, 2010.

Rosemary Borges Xavier, 2010-D.C-Cajueiro-Recife-PE

sexta-feira, 5 de março de 2010















FOI COM MUITA REZA, E O TERÇO ESTÁ DE VOLTA

Na história do grupo O Terço, que originou-se em 1968, estão três bandas da década de 60 - Joint Stock Co., Hot Dog e Os Libertos, por onde iniciaram o guitarrista Sérgio Hinds, o baixista César das Mercês e o baterista Vinícius Cantuária. O grupo Os Libertos, então formado pelos três músicos citados acima, era uma atração que agitava as domingueiras do Rio de Janeiro. A banda ainda se chamaria Santíssima Trindade. Em 1970, César das Mercês foi substituído por Jorge Amiden. O grupo passou então a se chamar O Terço. O conjunto é originário do Rio de Janeiro, mas radicou-se em São Paulo. Antes do primeiro LP lançaram um compacto com a música Velhas Histórias, com a qual ganharam o festival de Juiz de Fora. Aquela era a época do Rock Rural e do Rock Progressivo, e O Terço seguiu estas sonoridades. Acompanhem agora a longa caminhada com muita reza, ou melhor com muito rock desta banda. O primeiro LP, lançado em 1969, intitulado simplesmente O Terço-homônimo, apresentou um rock tipo anos 50, 60, com leves tintas progressivas, que continha também músicas em inglês. Neste primeiro trabalho, o grupo ainda revoltou alguns católicos fanáticos, ao posarem de jeans, camisetas e descalços dentro de uma igreja para a foto da capa. O segundo trabalho, também homônimo e lançado em 1972, traz uma sonoridade mais progressiva conta com a participação de Luiz Paulo Simas (ex-Módulo 1000 e futuro Vímana). Em 1975, foi lançado o LP Criaturas da Noite, que consagrou definitivamente a banda. O Terço seguiu estrada, e lançou, após o estrondoso sucesso de Criaturas da Noite, em 1976 o disco Casa Encantada, que também conseguiu boas vendagens, sendo um trabalho que sempre caracterizou o som da banda: rock com elementos de MPB. Ainda em 1976, O Terço participou do filme Ritmo Alucinante, dirigido por Marcelo França. O grupo ainda participou de um disco de Walter Franco, o qual também contou com as presenças de Sérgio Dias e Arnaldo Baptista (ambos dos Mutantes), entre outros. Importante também a participação de Hinds, Mercês, Venturini e Magrão no disco Nunca (1974), da dupla Sá & Guarabyra. Em 1978, O Terço lança o disco Mudança de Tempo, apresentando muita MPB e um bom trabalho de guitarra de Sérgio Hinds. Neste play aparece pela primeira vez o famoso e premiado logotipo de autoria do artista plástico Guernot. Depois de Mudança de Tempo, o baixista Sérgio Magrão deixa o grupo, para fundar, junto com Flávio Venturini, o 14 Bis. Som mais puro, de 1982, é outro álbum que investe bastante na MPB. Em 1990 o grupo lança o trabalho seguinte, o homônimo O Terço. Em 1993 o Terço sob nova formação Hinds, Franklin Paolillo (bateria), Luiz de Boni (ex-May East, Tom Zé, Zero e Paulo Ricardo-RPM nos (teclados) e Andrei Ivanovic (ex-Metrô, Vultos, Edgard Scandurra -Ira (baixo), lançou o comentado CD Time Travellers, CD de progressivo sinfônico, que também foi lançado na Europa e no Japão. Nos anos seguintes foram lançados: 1994 - Live at Palace, 1996 – Compositores, 1998 - Spiral Words, Outra bela capa, de autoria do também fotógrafo Marcelo Rossi (não é o famoso padre). 1999 - Tributo a Raul Seixas. A volta do Terço com a formação mais festejada da década de 70 (Flávio Venturini, Sérgio Hinds e Sérgio Magrão), traz para o cenário musical a magia dos anos 70 sob olhar dos anos 2000. A experiência aliada à emoção de músicos brilhantes que, assim como o vinho, se tornaram melhores com o tempo, traz a oportunidade de mostrar que quando a química funciona grandes trabalhos são realizados. Luiz Moreno infelizmente faleceu em 2003. O baterista convidado é Sérgio Melo. VAMOS REZAR PRA QUE O GRUPO CONTINUE BOTANDO MUITO ROCK PROGRESSIVO NAS PARADAS.


Rosemary Borges Xavier, 2010-D.C- Cajueiro-Recife-PE / Para o bLoG soL vERmelHO

quinta-feira, 4 de março de 2010















MEMORIAL LUIZ GONZAGA VAI SAIR DO PAPEL!

Se os sabores da canjica, da pamonha, do milho assado e cozinhado, do pé de moleque, se os crepitar das fogueiras e fogos já não são mais os mesmos..., que pelo menos tenhamos um espaço físico, para visitar e mostrar a quem não conheceu, esta criatura, que sempre voltava seu olhar em direção ao Criador, ora agradecendo ora rogando uma realização de um sonho, que foram tantos. Então, está confirmado, martelo batido e ponta virada. Finalmente uma homenagem à altura da genialidade e da obra do rei do baião, Luiz Gonzaga. Na verdade para o sertanejo de uma forma geral, e para o mudo. O Recife vai ganhar talvez o maior projeto arquitetônico dedicado a cultura regional, já construído em Pernambuco. Os Armazéns 14 e 15 devem ser transformados no Memorial Luiz Gonzaga e a pesquisa para a construção já foi iniciada. Os responsáveis pelo projeto são os arquitetos Marcelo Ferraz e Francisco Fannuci, os mesmos nomes do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, e o Museu do Pão, no Rio Grande do Sul. O investimento na obra do Memorial Luiz Gonzaga, que deve contar também com um teatro, teria sido um pedido pessoal do presidente Lula e a idéia já tinha sido levantada há pelo menos três anos. Além do Brasil Arquitetura, escritório que reúne a equipe de Marcelo e Francisco, toda a parte de conteúdo vai ficar sob a batuta de Isa Grinspum, socióloga pernambucana, mas radicada em São Paulo, também responsável por todo o conteúdo do Museu da Língua Portuguesa. "Temos muitas idéias. Passamos quatro dias em Pernambuco, visitamos Caruaru e conversamos com um monte de gente", explicou Isa. "A idéia é que seja uma grande obra, irradiando a importância de Luiz Gonzaga para todo o Brasil", disse. Ouvir isso de uma pessoa feito Isa é importante para mostrar a grandeza do estudo sobre o conteúdo do memorial/museu. Socióloga, trabalhou por mais de dez anos com Darcy Ribeiro, antropólogo, membro da Academia Brasileira de Letras, que se destacou por trabalhos desenvolvidos nas áreas de educação, sociologia e antropologia. "Vamos ter uma parceria importante com estudiosos da obra de Luiz Gonzaga e do sertanejo de uma forma geral", afirmou Isa. Muitas obras de Gonzagão já estão sendo adquiridas para o acervo. Muitos estudiosos sobre ele também já foram acionados para participação no trabalho. "Conversamos com várias pessoas, tivemos em vários lugares. Vamos montar uma equipe multidisciplinar, juntando antropólogos, poetas, estudiosos", explicou. Entre esses nomes, está o do poeta e historiador Antonio Risério. "Vamos trabalhar a partir de um texto base de Risério", falou Isa. Antonio Risério foi quem fez o projeto para a implantação do Museu da Língua Portuguesa e tem feito roteiros de cinema e televisão. O projeto é caro. O valor inical seria de 50 milhões de reais. "Na verdade vai girar em torno de 30 milhões", explicou Tarciana Portela, representante do Ministério da Cultura no Recife. A verba é federal e o trabalho vai ser fechado em parceria com o governo estadual. "Um grande desafio para o pernambucano, para os brasileiros de uma forma geral. É uma visão geral do sertão. O foco é Luiz Gonzaga, mas é ele integrando essa visão dos sertões brasileiros para todo o Brasil. Na verdade vai ser uma grande estação cultural, um centro de cultura integrada", disse Luciana Azevedo, presidente da Fundarpe. "Desde o que é representativo do mundo do sertão e também universal. Vamos trabalhar com novas cenas e principalmente nas linguagens de comunicação digital". Para isso, centros de pesquisa como o Cesar e o Porto Digital vão ter participação direta. Existiam três opções para o funcionamento do memorial. A Fábrica Tacaruna, na divisa entre o Recife e Olinda, o espaço do Memorial Arcoverde, e os galpões do Porto do Recife. "A prioridade é para o Armazém 14", disse Luciana Azevedo. "A déia é que a primeira fase esteja pronta ainda este ano", disse Luciana. "A obra vai ficar sendo coordenada pelo Porto do Recife". Agora é torcer para que o pontapé seja dado de verdade e que a obra seja realmente concluída. Ponto para Pernambuco.

Rosemary Borges Xavier, 2010-D.C-Cajueiro-Recife-Pernambuco

terça-feira, 2 de março de 2010

CASCABULHOS, A DEBUTANTE

" A Europa e a China estavam assombradas porque toda noticia que vinha do céu só falava que São João estava alegre,vadioso,espoucando e rabeando buscapé.Mandaram perguntar ao Papa, o Papa não soube responder. Mandaram perguntar ao diabo,o diabo também não. Até um menino pequenino,na frente de um jardim onde só plantava siriema de pescoço grande passou correndo e disse: Manda perguntar em Pernambuco.Vai ver que o Cascabulho mandou para ele uma porção de arraiais de São João erolados num embrulho, e aí a China sossegou e, dando a mão a Europa,São João dançou. E o Menino dizia : Tá vendo, O Cascabulho contribui para a paz universal,com buscapé é fogo no rastro." Amém.(texto de Tom Zé para o cd brincando de coisa séria).
O Cascabulho formou-se em torno da figura de Jackson do pandeiro,de que o grupo recriou diversas músicas. Revelação do Abril pro Rock de 1997,eles investem na tradição e no folclore,resgatando valores e ritmos poucos difundidos e misturando-os ao som urbano. O nome surgiu do abito que a vó do vocalista Silvério Pessoa tinha de alimentar os porcos com restos de frutas, o cascabulho. A banda, surgiu no municipio de Carpina, na zona da mata norte de Pernambuco. Em 1997,teve participação no Free Jazz e aparição na entrega do prèmio Sharp de Música,que homenageou Jackson do pandeiro,tornando-se conhecida no eixo Rio-São Paulo. O Cascabulho já levou sua mistura de ritmo para o Canadá e aos Estados Unidos. Com show no Summer stage Festival no central Park,recebeu elogios de Jon Pareles critico do New York Times.isso tudo antes de gravar o primeiro disco. O CD de estréia,Fome dá Dor de Cabeça,trás coco ,forró,maracatú,embolado por um espirito pop. Em 1999, o disco levou o prêmio Sharp na categoria Regional e a música "Quando sonhei que era Santo " o de melhor música também na categoria regional. Em 2000, o vocalista Sivério Pessoa deixou o grupo para fazer carreira solo,pondo em dúvida a continuidade do grupo. Mas, o grupo segui com nova formação. O CD " Fome Dá Dor De Cabeça" foi lançado em 2000 na Europa, pelo selo Piranha Records, e no Japão, pelo selo Nikita Records. Com Kleber Magrão nos vocais e companhia, foi gravado o segundo CD," É Caco De Vidro Puro" esse segundo disco mantém a fusão de ritmos tradicionais com elementos pop,permeando,não raramente,por arranjos jazzisticos. Conta ainda com a participação especial de TomZé,Naná Vasconcelos,Fred 04 e Marcos suzano. Em 2008, o grupo lançou o CD, "Brincando de Coisa séria " Que tem a participação de Zeca Baleiro,Júnior Tostoi e Carlos Malta. Em 2010, o grupo completou 15 anos de estrada e foi durante o carnaval Multicultural do Recife na Praça do marco Zero,a grande comemoração e apoteose da banda, e que de quebra ainda teve a participação de Jair Rodrigues,que veio para animar a festa dos Cascas.

William Veras de Queiroz 2010 D.C - Santo Antonio do Salgueiro - PE.

Nova Tv por Internet da Elo Company, Blinkx Brasil, é uma empresa pioneira em mídias digitais e distribuição de conteúdo audiovisual. Possui amplo catálogo entre longas, curtas, videoclipes, documentários, minisséries e animações que distribui para televisões, festivais, mostras e linhas aéreas em todo o mundo. Na sexta-feira, 29/01/2010, dentro da Campus Party, a Elo Company – a empresa apresentou ao mercado a blinkx Brasil, TV por internet da Elo, totalmente inovadora, planejada e desenvolvida especialmente para democratizar o acesso a vídeos dos mais variados assuntos e promete revolucionar os modelos de distribuição de conteúdo. A Internet não será mais a mesma. A TV da Elo, blinkx Brasil, é composta por mais de 18 ELO CHANNELS, canais digitais, organizados e divididos por temas de interesse, e disponibilizados ao público da forma mais aberta, direta e democrática possível. Para que o sistema fosse alinhado com o que existe de mais atual dentro do mercado mundial, a Elo Company obteve licença exclusiva para o Brasil da tecnologia blinkx, com mais de 110 patentes no mundo, algo nunca visto até o momento. "Trata-se de uma tecnologia que analisa o vídeo de forma contextual por meio de transcrição de áudio e identificação de imagem, além do uso de base de dados de texto. Com esta tecnologia, as tags são geradas automaticamente e a busca do vídeo e de seu conteúdo é aprimorada. Em inglês é possível obter a transcrição com uma taxa de acerto de 90%. Estamos aprimorando a tecnologia para que a mesma funcione bem no português", explica Sabrina Nudeliman, diretora e co-fundadora da Elo Company. "Mais importante que a tecnologia é o conceito do projeto. A ELO pretende disponibilizar gratuitamente diversos vídeos de conteúdo nacional que não estão disponíveis nas mídias tradicionais, com temas como sustentabilidade, cinema e musica", completa Sabrina. Canais, temas e parceiros diferenciados. Dentro da ELO CHANNELS, os canais são divididos por temas, como ELOMUSIC, ELOCINEMA, ELOSUSTENTÁVEL (com vídeos sobre Sustentabilidade e temas ecológicos), ELOXTREME (esportes radicais), ELORAÍZES (com o melhor das manifestações musicais regionais), ELOARTE, ELOANIMA (específico para cinema de animação), ELOGOURMET, ELOFASHION, ELOLEITURA e diversos outros. "As diferenças para o YouTube, por exemplo, são gigantescas", explica Sabrina. "O conteúdo disponibilizado pela TV da Elo, não é aleatório e caseiro: são vídeos produzidos por profissionais e cuidadosamente selecionados por curadores especializados que atestam sua qualidade buscando oferecer um conteúdo que agregue algo ao usuário.". Para evitar pirataria, não será possível baixar os vídeos, que estarão disponíveis apenas em Streaming. Outro ponto importante são os parceiros já fechados com a Elo para o fornecimento de conteúdo em vídeo para sua TV. Entre eles, Planeta Sustentável, CUFA, Projeto Tamar, Cinematográfica Vera Cruz, Showlivre, Atração, Recohead, Taiga Filmes, Docdoma, Núcleo de Animação de Campinas e vários outros.Veja mais em www.elocompany.com.br, garanto que vale a pena, só pra indicar um documentário: Féndô-Tributo a Uma Guerreira, direção de Penna Filho, é de se arrancar lágrimas, para ver o vídeo, quando entrar no site citado acima clica no ícone Elocinema, lá em baixo da página lado direito do monitor do PC, clica no número 2, vai abrir uma página é só procurar o vídeo do documentário, tem muito mais coisas boas!. Os fundadores da Elo Company são: Ruben Feffer Presidente e Sabrina Nudeliman, Diretora de Estratégia e Executiva.. TE CUIDA GLOBO.COM, POIS PODES VIRAR GLOBO.SEM
Rosemary Borges Xavier, 2010-D.C-Cajueiro-Recife-PE

segunda-feira, 1 de março de 2010

O QUE É A DOCDOMA FILMES


A Docdoma Filmes nasceu do espírito criativo e empreendedor de um grupo de jovens profissionais, movidos pelo interesse no desenvolvimento do potencial audiovisual brasileiro. A produtora é do território baiano, ta aí algo a mais de bom que tem na Bahia, a terra abençoada por todos os santos. Na Docdoma os filmes produzidos valorizam a cultura regional baiana e demonstram toda a habilidade técnica de produção das produtoras localizadas fora do eixo comercial Rio -São Paulo. Com um trabalho voltado para a criação e produção de conteúdos para cinema, televisão, vídeos coorporativos e novas mídias, a empresa investe na alta qualidade artística e técnica de seus produtos, com foco no entretenimento, na formação e na informação. Em cinco anos de estrada, a Docdoma já produziu 7 curtas em película e 2 documentários de média-metragem para televisão, trazendo na bagagem diversos prêmios em festivais de cinema nacionais e internacionais. Em 2010, a Docdoma lança os longas Trampolim do Forte, ficção dirigida por João Rodrigo Mattos e Cuíca de Santo Amaro, documentário de Joel de Almeida e Josias Pires Neto, ambos em fase de finalização. Pensando o audiovisual como a mais versátil e poderosa ferramenta de comunicação atual, a Docdoma cria soluções objetivas buscando otimizar idéias, condições de produção e oportunidades de mercado. Os sócios da Docdoma Filmes são: Adler Plaz, Alexandre Basso, Bau Carvalho, João Rodrigo Mattos, Kico Póvoas, Lula Oliveira. Mais informações acessem: www.docdoma.com.br vale a pena visitar o endereço, pois lá estão os filmes que já foram produzidos e os que estão em fase de produção, em alguns existem trailers disponíveis, os que estão em fase de produção dar para ficar por dentro das histórias lendo as sinopses, bons vídeos. VIVA A BAHIA DE SÃO SALVADOR!

Rosemary Borges Xavier, 2010-D.C-Cajueiro-Recife-PE