quarta-feira, 30 de novembro de 2011

                                      

                           
                                MENINAS DE SINHÁ

 Moradoras do bairro Alto Vera Cruz,região leste de Belo Horizonte,formado por mulheres com idade entre 45 a 91 anos. O grupo Meninas de Sinhá resgata antigas cantigas de roda e ciranda. O grupo foi criado em 1996 movido,em grande parte,pela preocupação e idealismo de uma de suas principais componentes,Dona Valdete,que buscava entender os problemas comuns de tantas mulheres que viviam no alto Vera Cruz,e compartilhavam da mesma angústia e carência. Nos encontros semanais foi nascendo a vontade de cantar,dançar e relembrar antigas cantigas de roda,ciranda e brincadeiras infantis o que se transformou no principal objeto de trabalho artístico do grupo: a preservação da memória e a difusão das antigas cantigas de roda,cirandas  e brincadeiras infantis. Meninas de Sinhá é hoje um dos mais importantes grupos culturais de Minas Gerais conquistou vários prêmios importantes como: Em 2007 PRÊMIO CULTURA VIVA-como iniciativa do grupo informal, EM 2008  PRÊMIO AVAL DO RIVAL PETROBRAS DE MÚSICA,PRÊMIO TIM DE MÚSICA CATEGORIA GRUPO REGIONAL. Em abril de2007 lançou seu primeiro CD  individual " Tá caindo fulô " pelo selo Mais Brasil. 

terça-feira, 29 de novembro de 2011

                             Antônio Hortêncio


                      ANTONIO HORTÊNCIO  DA RABECA


   Antonio Rodrigues Trajano,Antonio Hortêncio,nasceu no dia 4  de julho de 1928,é filho de tecelã e carpinteiro. Aos 15 anos reconstruiu uma rabeca a partir dos pedaços de outra.Antes do conserto,ele pediu-a emprestada: dois dias depois  devolveu com dois sambas e uma marcha composta,ninguém ensinou o caminho das pedras ,mais Antonio insistente que é, aprendeu  a tocar rabeca sozinho.Desde de então,esse cearense da cidade de Varjota,município situado na porção noroeste do estado,nunca mais parou e aprendeu a tocar outros instrumentos,sendo a rabeca o instrumento preferido. Com repertório eclético ,anima festa ,renovações  e outros folguedos da região,toca na missa dominical da sua paroquia e diz que não vive sem a música

sábado, 26 de novembro de 2011

João Bá e Nanah Correia

                           João Bá, o Senhor Cultura na TV Minas


                    JOÃO BÁ,O SENHOR CULTURA


 A Genialidade desse Baiano da cidade sertaneja de  Crisópolis atrai talentos como Hermeto Pascoal,Almir Sater e trabalhos em trilhas sonoras como no épico Lampião.Premiado no teatro e na música,ele segue seu fado: fazer cultura popular brasileira. João Batista Oliveira,nasceu em 1932,carrega em suas veias o talento artístico de muito dos seus conterrâneos. Poeta,orador,ator,dissertador,escritor,roteirista,compositor e cantador de histórias, dos bons,desde os 12 anos.Filho de lavradores pobres,começou a trabalhar na roça quando criança para ajudar a familia.Segundo João Bá, quando caiu seu primeiro dente,seu pai sentenciou que ele estava preparado para trabalhar.As dificuldades de uma infância pobre e difícil na roça o levaram a observar a natureza,formando assim um tema recorrente até os dias de hoje em suas canções. Ele se define um "compositor orgânico" do tipo que explora que explora os sentidos e suas interligações para se chegar a uma forma. Assim é sua estética: simples, mas intensa. Seu trabalho busca despertar o senso critico e a compreensão consciente de que todas as coisas estão interligadas entre si e suas raizes. Pesquisador da cultura popular brasileira,traz nas suas poesias e suas melodias o canto de resistência da natureza, o jeito simples de louvar a terra,a vida,o respeito à história e memória de nossa cultura popular.Deixou o sertão baiano aos 20 anos e se mandou prá terra da garôa em busca de uma vida melhor.Emprega-se numa farmácia no tradicional bairro da mooca,Nesse período,inscreve-se para estudar no ensino fundamental - onde fica sabendo de um concurso de poesia realizado pela Rádio Bandeirantes.Mesmo não vencendo,decide continuar tentando. Depois de 14 anos morando na cidade e fazendo amizades no meio artístico,surge a oportunidade de participar da primeira edição do Festival da Música Popular Brasileira,realizado em 1966,pela TV Record. Ter participado de um festival histórico,como o de 1966,foi um grande salto para a carreira de João Bá,pois sua música esteve ao lado de grandes compositores,como gilberto Gil,Chico Buarque de Holanda,Paulinho da Viola, além de intérpretes como MPB 4,Jair Rodrigues,Elis Regina e Elza Soares. Foi nesse período que também conheceu dois icones da  música nordestina:Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga. De acordo com João Bá,Gonzagão foi quem o motivou a dar prosseguimento à carreira,dizendo que o artista baiano tinha uma "cara boa".Tem mais de 200 músicas ,sendo que muitas delas foram gravadas por artistas de primeira grandeza no cenário musical do país por exemplo Dércio Marques,Diana Pequeno,Almir Sater,Marlui Miranda e o lendário Hermeto Pascoal. Desde 1966 ele se apresenta em shows e festivais universitário de todo país. Pode-se destacar o festival da extinta TV Tupi em 1979, com a música "Facho de Fogo," uma parceria com Vidal França e interpretada por Diana Pequeno,embora não tenha ganhado,sua música novamente esteve ao lado da  de grandes personalidades,como  Fagner e Osvaldo Montenegro,vencedores do festival.  Paralelamente a sua carreira João Bá trabalha como ator teatral e no cinema,tendo atuado no épico filme  Lampião,como ator e compositor da trilha sonora,em 1987, atuou no filme Fronteira das Almas,dirigido por Hermano Pena. Sua segunda participação foi em 2000, no longa-metragem  "Mário," também dirigido por Hermano Pena. Seu papel foi de um pescador nativo.em 2007, assinou a trilha do filme "Nas Terras do Bem-virá", de Alexandre Rampazzo,junto com a cantora Nanah Correia e o músico JulianoTirado.Outra produção que conta com sua participação é o documentário em homenagem  a Glauber Rocha,Entre o Sertão e o  Mar,dirigido por Tatiana Garcia.  Para a Televisão, em 1984 escreveu o especial "Cercanias de Canudos" exibido pela TV Cultura de São Paulo, e foi considerado o melhor seriado do ano. Já em 1985 apresentou "Casa de Cantadores," na mesma TV Cultura,e arrebatou sucesso de critica e audiência. No ano seguinte,João Bá, gravou para um canal de televisão francesa o especial"Casa de Farinha". O seu primeiro disco foi "Carrancas" e contou com a participação de Toninho Carrasqueira, Hermeto Pascoal e Osvaldinho do Acordeon,Marlui Miranda,Gereba,Rose e outros. O projeto gráfico do disco foi desenvolvido pelo "mago" Elifas Andreato. Participou do festival de teatro do SESC Consolação,e ganhou os prêmios "Melhor Trilha Sonora e Figurino" com o espetáculo "Marrueiro." Entre suas parcerias com Almir Sater compuseram a trilha sonora do especial"Corpo e Alma" sobre o pantanal Matogrossense. Foi convidado a escrever um livro denominado"Natal na Cultura Popular",para Fundação Roberto Marinho,General Motors e SESC do Carmo (SP),tendo sido distribuído cerca de 30 mil exemplares. Anos mais tardes,João Bá gravou  dois dos melhores discos já gravados no Brasil, obras indispensáveis para estudiosos da cultura popular brasileira e para quem tem bom gosto,"Carrancas II " e  "Ação dos Bacurais Cantantes",que foi indicado pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura) na cartilha de referência curricular Nacional para Educação Infantil - volume 3, em 2003, ele lança outro trabalho,mais uma obra prima,desta vez comemorativa aos 50 anos de carreira musical. Já em 2004, surge com mais uma obra referência " Pica Pau amarelo," uma produção primorosa de versos,músicas e arte gráfica,com encarte luxuoso de Elifas  Andreato. A obra contou com participação especiais como por exemplo  Antonio Pereira,Daniela Lasalvia e Pereira da Viola. É uma das melhores obras de João Bá. O artista e cidadão santista tem participado de alguns  programas de televisão entre os quais "Senhor Brasil",a presentado pelo prestigioso Rolando Boldrin,na TV Cultura ,Empório Brasileiro(Rede Bandeirantes),Empório Brasil(SBT),Viola,Minha Viola(TV Cultura),Bambalalão(TV Cultura) e Feira Moderna(TV Minas).Na ocasião,cantou ao lado de Nádia Campos e Dércio Marques. Nos shows sempre bem a companhado, geralmente,conta com os músicos Lila (voz e violão),Juliano Tirado(voz e violão) e Nana Correia(percussão e voz) e o próprio João Bá ,voz e violão. É considerado hoje,um dos mais respeitados cantadores vivos na Bahia,Minas Gerais e São Paulo.



                                                                            



       POETA APOLÔNIO CARDOSO


 Quando era criança trabalhava como engraxate ,menino de recado,para ganhar dinheiro e ajudar no orçamento da familiaFilho de  Manoel José da Silva e Maria Quitéria Cardoso,nasceu no dia 14 de Dezembro de 1937,em Queimadas,distrito de Campina Grande,na chapada da Borborema,no agreste Paraibano.Seu encontro com a poesia deu-se muito cedo,ele ainda era garoto e ouvia os grandes poetas do sertão como José Gonçalves,José Antonio Barbosa,Patativa do Assaré(todos em memória). Foi daí que começou o interesse pela cantoria, pouco depois estava assoviando pelas ruas de Campina Grande as melodias ouvidas nas violas e cantarolando os versos dos poetas repentistas. após alguns dias  estudando as formas de versificação percorrendo  os caminhos da poesia e dedilhando a viola,resolveu sair de Campina Grande para morar em Mossoró no Rio Grande do Norte. Em 1955,agora com dezoito anos de idade e sem um centavo no bolso saltou na Estação Ferroviária coma violinha na mão,uma bolsa com poucas roupas e alguns livros. Trazia pouca bagagem, e poeira nos olhos,cheio de esperança e muitos sonhos. Sua ida para Mossoró foi movida pelo desejo de progresso,como ser humano e profissional que queria ser. E teve sorte,muitas portas se abriram. seu primeiro ponto de apoio foi a casa dos poetas: Elizeu Ventania,e João Liberalino,ao chegar foi logo convidado pelos mesmos para uma apresentação em um Bar no bairro da Boa Vista,era um belo dia de sábado a tarde e foi lá  sua primeira apresentação em Mossoró-RN. Nesse mesmo Bar Apolônio Cardoso conheceu Maria Creuza com quem casou em 1962. Voltando para Campina Grande passou a acompanhar grandes cantadores daquela região.Cantou com violeiros famososcomo: Otacilio Batista,Canhotinho,Dimas Batista,Lourival Batista,que eram as grandes feras do repente da época. Ele foi o único poeta da familia e acredita que foi mesmo um dom de Deus.  apolônio  Cardoso começou a se apresentar no Programa Retalhos do Sertão na Rádio do Diários Associados da região, a tradicional Rádio Borborema AM de Campina Grande-PB, declamadores,poetas e repentistas,sentiam-se no céu naquele programa. Capitão Mané Coió(Edinaldo Barreto),Gil Gonçalves,Juracy Palhano e Rozil Cavalcante.. Em 1974 formou-se no curso de Dirito pela Universidade Estadual da Paraíba.Também atuou como professor,passou a advogar dois anos depois de formado. Assumiu a Câmara de Vereadores de Campina Grande como o primeiro suplente em 1974. Foi também Delegado nas cidades paraibanas de Juazeirinho,Fagundes e Cacimba de dentro.É membro da Associação Campinense de Imprensa(ACI) e da Associação Paraibana de Imprensa(API). Foi articulista e redator do Diário da Borborema-Campina Grande-PB.
                                     Divulgação



                                        MESTRE LUA


O olindense Antonio João da Silva, ou Mestre Lua, é um dos percussionistas mais atuantes do Estado ,embora grande parte de seu trabalho desenvolva-se fora de Pernambuco. Ele já participou de shows com nomes como Gilberto Gil, Naná Vasconcelos, Fafá de Belém, Paulo Diniz, Alceu Valença, Mestre Salustiano. Já ministrou oficinas em Paris (2000) ,Salzburg, Stuttgart Munique e Colonia, na Alemanha (2004). Presença constante no PercPan, o mais importante festival de percussão do país, Mestre Lua participou deste evento em Salvador, São Paulo, Rio deJaneiro, Recife e Paris. No ano passado foi um dos percussionistas do festival Africa Brasil, acontecido em Salvador. Mestre Lua trabalha com os vários ritmos pernambucanos, coco, maracatu, afoxé, maculelê, embolada e lançou seu primeiro disco individual no ano passado

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Chau do pife - Maceio Jazz Festival

                                                          Mestre Piauí

        

              MESTRE  PIAUI  E  O REISADO DE QUIXERAMOBIM


     Ele nasceu em 15 de setembro de 1939,na cidade de Quixeramobim,municipio localizado na Mesorregião dos Sertões Cearense. Antonio Batista da Silva,ou Mestre Piaui como é conhecido na região, é um dos responsáveis pela permanência do Reisado no municipio de Quixeramobim.O Reisado  é um folguedo do ciclo natalino,que representa o cortejo dos Reis Magos em peregrinação à Terra Santa,durante a qual faz autos,travando batalhas e apresentando espetáculos. De brincante passou a Mestre de Boi de Antonio Maria Águeda,o " Das águias",tornando-se o principal mestre -de- boi em atividade no município,esforçando-se,apesar das dificuldades e da saúde frágil,para manter a tradição do boi e transmiti-la às novas gerações.
                                    

                                     
                         CHAU DO PIFE


José Prudente de Almeida recebeu o pelido de Chau quando adolescente,no município de Boca da Mata,interior de Alagoas. Ao começar a tocar o pifano ou pife,foi batizado de Chau do Pife,descobrindo o amor pelo instrumento,que dura mais de35 anos.
Por volta dos 50 anos,casado há mais de15 anos,com três filhos,vive exclusivamente da música. Chau toca hoje em um pífano de alumínio com sete furos que ele mesmo faz.  O pai de Chau era agricultor em Boca da Mata e plantava feijão,mandioca e milho. Para proteger a plantação de milho dos pássaros que atacavam logo cedinho,seu pai lhe deu um pífano de quatro furos para ele que ele "apitasse" para espantá-los. Com o tempo seu pai percebeu o interesse que ele tinha pelo 'pedaço de cano" que ele furava, a taboca,e deu ao pequeno Chau um pife de seis furos para tocar. E assim começou a história musical de Chau do Pife. Sua primeira apresentação foi numa feira em Atalaia,aos 14 anos. Ganhava dinheiro com essas apresentações e ficava umas quatro semanas sem ir cortar cana. Música própria, ele só começou a fazer há 16 anos,na banda Forró e Xodó. Vivendo exclusivamente da música,Chau busca inspiração para suas composições o seu dia-a-dia,como Memória dos Pássaros, música que dá nome ao seu primeiro CD. Em 2006 lançou seu segundo CD,Ninguém Anda Sozinho. Recentemente  Chau lançou  seu primeiro disco ao vivo: Chau no Capricho,que faz parte da coleção Música Popular Alagoana - Volume 3, reunindo seis músicas novas e 6 dos discos anteriores. Chau no Capricho tema direção musical de Irineu Nicácio e produção executiva de Keyler Simões. A capado CD é uma obra do artista visual Agélio Novaes,cujo trabalho é desenvolvido com colagens. Chau no Capricho foi gravado em agosto de 2008 no Teatro de Arena Sérgio Cardoso em Maceió e lançado em dezembro do mesmo ano.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

                                                                         Cacumbi - Folclore - Sergipe


CACUMBI

No estado de  Sergipe,é desconhecia a origem do Cacumbi,acredita-se  que é uma variação dos outros autos e bailadas como Congada,Guerreiro e Reisado. O grupo apresenta-se na procissão do Bom Jesus dos Navegantes e no Dia de Reis,quando a dança é realizada em homenagem a São Benedito e Nossa Senhora do Rosário. Pela manhã, os integrantes do grupo assistem à missa na igreja,onde cantam e dançam em homenagem aos santos padroeiros,depois da louvações, o grupo sai às ruas músicas profanas e, à tarde,acompanham a procissão pelas ruas da cidade, Seus personagens são o mestre,o contra-mestre e os dançadores e cantadores; o grupo é composto exclusivamente por homens. Os componentes vestem calça branca,camisa amarela e chapéus enfeitados com fitas,espelhos e laços. Só o Mestre e Contra-Mestre usam camisas azuis. O ritmo é forte, o som marcante e o apito coordena a mudança de passos. Os instrumentos que acompanham são: cuicas,pandeiro,ganzá,reco-reco e caixas. Em Sergipe, O Cacumbi é encontrado nos municípios de  Laranjeiras,Japaratuba,Lagarto e Riachuelo.
                                  

         
 SINÉSIO PEREIRA O POETA DO CAMBUCÁ




  Aniceto Pereira de Lima,este é o nome de batismo do repentista Pernambucano Sinésio Pereira,que nasceu nos últimos dias do ano da graça de 1937 na cidade de Santa Cruz do Cambucá,cidade inserida na unidade geoambiental das Áreas desgastadas do Planalto da Borborema,município situado no agreste,na microrregião do Alto Capibaribe. Sinésio não sofreu influência da família na escolha da profissão que abraçou,muito pelo contrário ninguém queria que ele fosse cantador,mas como ele tinha um tio que é poeta,Amaro Lourenço,Sinésio quis seguir seus passos. Assim começou a cantar ainda criança. Ele costuma dizer que quando nasceu,não chorou,como todo recém nascido costuma fazer,mas cantou "meu choro já  foi um canto". Entre LP's e CD's já gravou sete sendo três LP's e quatro CD's.  Sinésio começou a cantar aos  20 anos deidade depois parou um tempo e voltou novamente, o primeiro poeta a formar dupla foi o poeta repentista Raimundo Pereira da Silva. A sua primeira cantoria foi no sitio baixio na zona rural de Santa Maria do Cambucá,na casa do senhor Acelino Joaquim. Seu primeiro LP gravou com Manoel Belarmino e o segundo com o poeta Zé Dionísio,seu segundo CD gravou com a poetisa Mocinha de Passira,que tem o titulo: "Mais um Ponto Poético".  Ele é autor de vários poemas e canções,atualmente  tem um programa na Rádio Guarani na cidade de Camaragibe,região metropolitana do Recife.
   

sábado, 19 de novembro de 2011

Geraldo Junior "Warakidzã" - Borboletas Azuis (Aves de Jesus)

                                                         


 O EMBAIXADOR DA CULTURA DO POVO CARIRI


  
 O inquieto Geraldo Ramos Freire Júnior é o cara que joga nas onze posições  no escrete da cultura popular da terra do meu Padim; Músico,poeta,ator,Produtor e brincante. Nasceu  em Juazeiro do Norte,no Cariri Cearense. Vem da infância  o convívio com a opulente cultura popular daquela região; bandas Cabaçais,manero-pau,coco,romarías,emboladas,cantorias,lapinhas,renovações ,reisados,festas de padroeiros,forró de pé-de-serra e outras manifestações do folguedo popular da região. Geraldo Junior é brincante de reisado e mantém uma forte ligação com os mestres e grupos da cultura regional.É integrante do grupo Dr.raiz, desde 1998.Como produtor cultural trabalhou para o Centro Cultural Banco do Nordeste,SESC e Secretaria de cultura do estado do ceará entre outros projetos.Ele é responsável pela Mostra de Tradição Popular  ,que acontece dentro da Mostra SESC Cariri de  Cultura.Ele participou e foi vencedor de vários festivais e apresentou-se em várias regiões do Brasil. O trabalho de Geraldo Júnior desenvolveu-se na região   como aglutinador das artes populares,utilizando elementos  tradicionais  como ferramenta para fundir e resignar todas as linguagens através de uma leitura contemporânea. A linguagem das letras se aprofunda inda mais nas raízes do povo cariri,suas lendas personagens e história. Ao mesmo tempo em que ele e seu grupo apresentam essencialmente um espetáculo com referencia a cultura do cariri. Em 2005 ele gravou  com o grupo Dr.Raiz, em 2007  Calendário - O Tempo e o Vento,em 2011 Warakidzã - Senhor do Sonho. Geraldo Junior espalha pelo Brasil e pelo mundo, a musicalidade que ele denomina de Música Cariri: Música regional plugada no universo.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

                                                           



MESTRE MALEIRO DO BUMBA-MEU-BOI  


A luta pela preservação de uma tradição e uma linguagem cultural está presente na alma do Bumba-Meu-Boi Riso da Mocidade, liderado por Antônio Gomes dos Santos, o Mestre Maleiro,  que leva aos  palco do Maranhão e Piauí, a verdadeira Cultura do Bumba Meu Boi, incluindo  mulheres, entre jovens e crianças que interpretam suas danças folclóricas do tradicional bumba  boi.
comecei em 1948, com o falecido mestre passarinho em Teresina, hoje me considero um maranhense lutador.“Eu comecei a dançar o Bumba-Meu-Boi aos oito anos”, lembra Mestre Maleiro, que assumiu o Riso da Mocidade, em 16 de abril de  1930, em 1982, depois da morte de Mestre Passarinho, na zona Norte de Teresina. “O nosso trabalho é preservar a nossa cultura popular e nossas raízes, e levar nossos conhecimentos a juventude e as crianças”, afirmou Mestre Maleiro.
TRABALHO SOCIAL:Tirar as crianças e jovens do mundo das drogas e o principal papel do mestre maleiro em Timon, com sua vinda a Timon, que já faz seus 34 anos de residência no Maranhão, lhe fez implantar na cidade, através do ministério da cultura do Maranhão e de Brasília, o ponto de apoio Cultural e uma escolinha de oficinas, pra que os Jovens  possam ter seu tempo voltado prá  esta cultura do Bumba Meu Boi. Com o envolvimento de outros mestre do Maranhão, o Mestre Maleiro afirma que conseguiram em Brasília implantar um Projeto, e hoje foi realizado com sucesso. ‘’ fizemos a Governadora com gente nossa em Brasília aprovar este projeto e hoje o Bumba Meu Boi, é Patrimônio Cultural Brasileiro, faz parte da Cultura Nacional. ’’ESCOLINHA DO RISO DA MOCIDADE. ‘’Fazer com que os jovens aprendam em nossas oficinas é muito gratificante pra gente que luta com isso,ensinar eles a cantar, mexer com o computador,dançar, tocar, isso me deixa realizado.’’afirma o Mestre Maleiro .Em Timon localizado na Rua 09 do PQ. União esta localizada a escolinha do riso da mocidade, e não se cobram nada pra receber as crianças os jovens e adolescentes, e quem queira entrar pra esta cultura linda.Alem de apreender muitas coisa os participantes desta escolinha, eles recebem fardamentos, apoios, treinamentos de computação e já saem da escolinha bem preparados