segunda-feira, 19 de agosto de 2013




                                                                     Nicola

Jaime Nicola de Oliveira, o Nicola, é um escultor pernambucano nascido no município de Quipapá. Escultor desde os dezessete anos se mudou para Jaboatão dos Guararapes, região metropolitana do Recife, onde mora atualmente. Nicola talha na madeira e na pedra calcaria vários tipos de figuras, embora os anjos e os santos sejam predominantes. Dono de apuro técnico e de grande sensibilidade artística, suas esculturas se espalharam pelo Brasil e pelo exterior. Atualmente suas peças fazem parte das exportações pernambucanas d

Além da madeira e da pedra calcaria, Nicola também utiliza outros materiais para produzir suas obras, como o granito, a pedra sabão, o concreto e o marfim. As peças do artista apresentam-se com uma forte influência da estética barroca. Para ele, as obras do mestre Aleijadinho representam uma fonte inesgotável de inspiração e admiração, daí sua preferência pela temática religiosa. Os anjos de Nicola são uma unanimidade e os pedidos não param de chegar de varias partes do mundo.

Com seu trabalho Nicola foi premiado em várias exposições em que participou, dentre elas a 1ª Bienal de Artesanato do Nordeste. Suas obras fazem parte  do acervo de importantes museus e coleções particulares pelo mundo.

Contato com Nicola:
Av. Comercial, 8383, Barra de Jangada
Jaboatão dos Guararapes, PE
Tel: (81) 3469-0421

domingo, 18 de agosto de 2013

Foto: Cultura.PE | VI Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco

Ele é Patrimônio Vivo de Pernambuco. Fez sua primeira embolada aos 8 anos, em Garanhuns (PE), onde foi criado. Hoje, tem 79 e inúmeros cocos feitos de improviso. Sua mão, como diz, foi feita pra tocar pandeiro e, nem quando se sentiu injustiçado, usou-as pra fazer justiça ou outra coisa. O Mestre Galo Preto, seu nome de artista, traz a cultura pernambucana no sangue. Uma arte da inventividade feita na adversidade. Já tocou em vários cantos do País e foi parceiro de nomes como Jackson do Pandeiro. Depois de tudo isso, foi ele, com muita honra para nós, quem subiu ao palco do Teatro Arraial, agora há pouco, para encerrar as atividades do Seminário do Patrimônio Cultural e Políticas Públicas: (Des)envolvimento e Desafios. Foi convidado pelo presidente da Fundarpe, Severino Pessoa, para fazer a apresentação e agradeceu o chamado com emoção e simplicidade. Salve o mestre!

                               MESTRE GALO PRETO

Ele é Patrimônio Vivo de Pernambuco. Fez sua primeira embolada aos 8 anos, em Garanhuns (PE), onde foi criado. Hoje, tem 79 e inúmeros cocos feitos de improviso. Sua mão, como diz, foi feita pra tocar pandeiro e, nem quando se sentiu injustiçado, usou-as pra fazer justiça ou outra coisa. O Mestre Galo Preto, seu nome de artista, traz a cultura pernambucana no sangue. Uma arte da inventividade feita na adversidade. Já tocou em vários cantos do País e foi parceiro de nomes como Jackson do Pandeiro. Depois de tudo isso, foi ele, com muita honra para nós, quem subiu ao palco do Teatro Arraial, agora há pouco, para encerrar as atividades do Seminário do Patrimônio Cultural e Políticas Públicas: (Des)envolvimento e Desafios. Foi convidado pelo presidente da Fundarpe, Severino Pessoa, para fazer a apresentação e agradeceu o chamado com emoção e simplicidade. Salve o mestre!

sábado, 17 de agosto de 2013

Foto: Cultura.PE | Incentivo #Funcultura

Prestes a completar 70 anos, Seu Zeca do Rolete é mestre griô, cantor e compositor. Acompanhado de seu grupo de coco de roda, ele vai levar todo o conhecimento da cultura popular pernambucana e se apresentar em Portugal e Espanha. Na noite desta quarta-feira (14), o artista embarca para a Europa para fazer shows e também realizar vivências artísticas com outros grupos musicais. Até o dia 27 de agosto, grupo irá visitar as cidades de Barcelona, Lisboa, Castelo de Vide e Porto.

A primeira vivência artística proposta pelo projeto será o encontro com o grupo Elêtric Gozarela, na cidade de Barcelona, já na próxima sexta (16). A fusão entre o Latin, Funk e Boogaloo do grupo catalão com o coco de roda pernambucano, sem dúvida, irá render muita  dança e ritmo. Já no Festival Andanças, que acontece em Castelo de Vides nos dias 21 e 22 deste mês, na região do Alentejo em Portugal, os ganzás do grupo encontrarão os tambores do grupo Re-Timbrar. A viagem dos artistas poderão ser acompanhadas através das Fan Pages do Atelier Multicultural (https://www.facebook.com/pages/Atelier-Multicultural/146293532122258?fref=ts) e do próprio Zeca do Rolete (https://www.facebook.com/pages/Zeca-do-Rolete/429647687115047?fref=ts).

A turnê “Zeca do Rolete Botando pra Quebrar” faz parte do projeto Conexões 2013, realizado pela associação cultural Atelier Multicultural - Pontão de Cultura Pernambuco Pulsante em parceria com a Cabra Fulô e incentivado pelo edital do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).

                                                              SEU ZECA DO ROLETE

Prestes a completar 70 anos, Seu Zeca do Rolete é mestre griô, cantor e compositor. Acompanhado de seu grupo de coco de roda, ele vai levar todo o conhecimento da cultura popular pernambucana e se apresentar em Portugal e Espanha. Na noite da quarta-feira (14), o artista embarcou para a Europa para fazer shows e também realizar vivências artísticas com outros grupos musicais. Até o dia 27 de agosto, grupo irá visitar as cidades de Barcelona, Lisboa, Castelo de Vide e Porto.

A primeira vivência artística proposta pelo projeto será o encontro com o grupo Elêtric Gozarela, na cidade de Barcelona, já na próxima sexta (16). A fusão entre o Latin, Funk e Boogaloo do grupo catalão com o coco de roda pernambucano, sem dúvida, irá render muita dança e ritmo. Já no Festival Andanças, que acontece em Castelo de Vides nos dias 21 e 22 deste mês, na região do Alentejo em Portugal, os ganzás do grupo encontrarão os tambores do grupo Re-Timbrar.

A turnê “Zeca do Rolete Botando pra Quebrar” faz parte do projeto Conexões 2013, realizado pela associação cultural Atelier Multicultural - Pontão de Cultura Pernambuco Pulsante em parceria com a Cabra Fulô e incentivado pelo edital do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).

Foto: Cultura.PE l #FPNC Pesqueira

Caiporas, cambindas e pernas e pau voltam às ruas!

Terra de vasto repertório cultural, Pesqueira vai receber hoje um grande Cortejo de Cultura Popular, que vai sair do Convento dos Franciscanos, na Av. Carlos Brito, às 16h, em direção ao Loteamento São Francisco, no bairro do Prado. 

A manifestação terá a participação do grupo Os Caiporas (foto), Grupo Folclórico Os Cangaceiros, Cambinda Velha de Pesqueira, Perna de Pau do Movimento Ziriguidum, Bonecos Gigantes do Nordeste e Escola de Samba do Ororubá.

Pesqueira

Caiporas, cambindas e pernas e pau voltam às ruas!

Terra de vasto repertório cultural, Pesqueira vai receber hoje um grande Cortejo de Cultura Popular, que vai sair do Convento dos Franciscanos, na Av. Carlos Brito, às 16h, em direção ao Loteamento São Francisco, no bairro do Prado.

A manifestação terá a participação do grupo Os Caiporas (foto), Grupo Folclórico Os Cangaceiros, Cambinda Velha de Pesqueira, Perna de Pau do Movimento Ziriguidum, Bonecos Gigantes do Nordeste e Escola de Samba do Ororubá.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013




                    Antônio Klévisson Viana Lima

Poeta de cordel, natural de Quixeramobim, região central do Ceará. É poeta popular, cartunista, compositor, editor, e tesoureiro da ABC – Academia de Literatura de Cordel, CE. Fundador da Tupynanquuim Editora. Membro da ABLC, ocupando a cadeira n° 11, de José Pacheco da Rocha.

terça-feira, 13 de agosto de 2013


                      Maculelê                                                


Segundo algumas pesquisas, feitas por santamarenses, o maculelê veio das fazendas de canaviais para a cidade. O grupo se compõe de alguns pares de homens, ágeis e fortes, cada qual armado de um bastão de boa madeira de lei, principalmente biriba, medindo 60 ou 70 centímetros. O chefe do grupo usa um bastão maior e mais forte.

Durante a dança, os pares formam roda e o chefe bate com seu bastão nos bastões dos pares e estes se defendem formando um “x” com os dois pedaços de madeira. Em seguida, o par troca golpes com os bastões, no mesmo ritmo da percussão.

Em apresentações especiais, os bastões são substituídos por facões que, ao apagar das luzes, lançam faíscas no ar a cada golpe. Sua data de apresentação é variada, mas as exibições sempre acontecem durante a festa de Nossa Senhora da Purificação e no Bembé do Mercado, realizado em maio, comemorando a Abolição da Escravatura.
Muito comum no Interior da Bahia, precisamente na Região do Recôncavo e muito difundido na Cidade Santo Amaro da Purificação, o Maculelê, dentro das celebrações profanas locais, comemorativas do dia de Nossa Senhora da Purificação (2/Fev.), a santa padroeira da cidade.
Essa manifestação de forte expressão dramática, ponto alto dos folguedos populares, destinava-se a participantes do sexo masculino que dançavam em grupo, batendo as grimas (bastões) ao ritmo dos atabaques e ao som de cânticos em linguagem popular, ou em dialetos
africanos. Dentre todos os folguedos existentes em Santo Amaro, cidade marcada pelo verde dos canaviais, o Maculelê era o mais rico em cores. Seu ritmo vibrante contagiava a todos.
São contraditórias e pouco esclarecidas suas origens. Tem-se como um ato popular de origem africana que teria florescido no século XVIII nos canaviais santo-amarense e que se integra, há mais de duzentos anos, nas comemorações daquela cidade.
Um dos seus registros mais significativos consta na nota fúnebre publicada pelo jornal "O Popular" (10/Dez/1873), que circulava em Santo Amaro: "Faleceu no dia primeiro de dezembro a africana Raimunda Quitéria, com a idade de 110 anos. Apesar da idade, ainda capinava e varia o adro
(terreno em volta) da igreja da Purificação, para as folias do Maculelê. No início deste século, com a morte dos grandes mestres de Maculelê daquela cidade, o folguedo começou a desaparecer, deixando de constar, por muitos anos, das festas da padroeira.
Em 1943, outro mestre, Paulino Aluísio de Andrade, conhecido como Popó do Maculelê e considerado como "pai do Maculelê, no Brasil", reuniu parentes e amigos para ensiná-los a
dançar, com base nas suas lembranças, pretendendo inclui-lo novamente nos festejos religiosas locais. Seu grupo passou a ser conhecido como "Conjunto de Maculelê de Santo Amaro".
Entretanto, é através dos estudos de Monoel Querino (1851-1932) que se encontram indicações de tratar-se o Maculelê de um fragmento do Cucumbi, uma dança dramática em que os negros batiam pedaços roliços de madeira, acompanhados de cantos. Em seu "Dicionário do Folclore Brasileiro", Luís da Câmara Cascudo aponta a semelhança do Maculelê com os Congos e
Maçambiques. Emília Biancardi escreveu um livro de título "Olelê Maculelê", considerado como um dos estudos mais completos sobre o assunto. Como a intenção aqui não é arrolar todas as hipóteses levantadas sobre as origens dessa dança folclórica, os exemplos acima citados já
servem para demonstrar o grau de incerteza que persiste com relação às possíveis interpretações sobre os primórdios do Maculelê.
O Maculelê vem sofrendo profundas alterações em sua coreografia e indumentária, cujo resultado reverte em uma descaracterização. Exemplo: o que era originalmente apresentado como uma dança coreografada em círculo, com uma dupla de figurantes movimentando-se no seu interior
sob o comando do mestre do Maculelê, foi substituído por uma entrada em fila indiana com as duplas dançando isoladamente e não tendo mais o comando do mestre. O gingado quebrado, voltado para o frevo, foi substituído por uma ginga dura, de pouco molejo. Mais recentemente,
faz-se a apresentação sem a entrada em fila. Cada figurante posta-se isoladamente, sem compor os pares, e realiza movimentos em separado, mais nos moldes de uma aula comum de ginástica do que de uma apresentação folclórica requintada. Deve-se reconhecer que não só o Maculelê mais por todas as demais manifestações populares vivas ficam sempre muito expostas a modificações ao longo do tempo e com o passar dos anos.
Assim aconteceu no Rio de Janeiro com o Maculelê original, vindo da Bahia: sofreu alterações. Entendo que todas essas modificações devam ficar registradas, para permitir que os pesquisadores, no futuro, possam estudar as transformações sofridas e também para orientar melhor aqueles que vieram a praticar esse folguedo popular, de extrema riqueza plástica, rítmica e musical, que é o Maculelê.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013



Festival de Cinema de Triunfo /Premiados

Na noite do sábado (10/8), 40 filmes, entre curtas e longas, concorriam aos prêmios entregues por cineclubistas e pelos júris e júri oficial. Realizadores e representantes fizeram uma verdadeira festa no Cinetheatro Guarany no encerramento do festival de cinema pernambucano que contempla o Sertão, o Nordeste e o Brasil.

O Troféu Cineclubista de melhor filme para reflexão, criado pela Federação Pernambucana de Cineclubes (FEPEC), com objetivo de referendar o melhor filme que estimule o debate e a reflexão foi para "O que lembro, tenho", do alagoano Raphael Barbosa.
Prêmio da ABD/APECI, voltado para a entrega autoral ao projeto, vai para "A vida plural de Layka", de Neco Tabosa.

Os escolhidos pelo Júri Popular foram:

Melhor Curta-metragem Nacional - "Linear", de Amir Admoni.
Melhor Curta-metragem Pernambucano - "Quinha", de Caroline Oliveira.
Melhor Curta-metragem dos Sertões - "Verde vento", de Marcos Carvalho.
Melhor Longa-metragem - "Cine Holliúdy", de Halder Gomes.

Premiados pelo Júri Oficial na categoria curtas-metragens:

Melhor atriz - Paula Lice, do filme "Jessy".
Melhor ator - Everaldo Mamede, do filme “Cowboy”.
Melhor som - Pedro Moreira, por "Urânio Picuí".
Melhor trilha sonora - Matheus Alves de Souza, por "Rodolfo Mesquita e as monstruosas máscaras de alegria e felicidade".
Melhor direção de arte - Bruno Vilela, por "Rodolfo Mesquita e as monstruosas máscaras de alegria e felicidade".
Melhor produção - Carlos Fausto por "Takumã Kuikuro, Porcos Raivosos", de Isabel Penoni e Leonardo Sette.
Melhor roteiro - Rafhael Barbosa, por “O que lembro, tenho”.
Melhor montagem - André Sampaio pelo curta “Urânio picuí”, de Antônio Carrilho e Tiago Melo.
Melhor fotografia - Luiz Barbosa pelo filme “A queima”.
Melhor direção - Thiago Brandimarte Mendonça, pelo “Piove, il film di Pio”.
Melhor curta-metragem infanto-juvenil - “Uma carta para Heitor”, de Larissa Fernandes.
Melhor curta-metragem pernambucano é “Urânio Picuí”, de Antônio Carrilho e Tiago Melo.
Vencedor da categoria curta-metragem nacional - "Porcos raivosos” de Isabel Penoni e Leonardo Sette.
Melhor curta dos Sertões - "Monte Pedral", de Marcley de Aquino.

Premiado pelo Júri Oficial na categoria longa-metragem nacional:

Melhor atriz - Simone Iliescu, pelo filme “Cores”, de Francisco Garcia.
Melhor ator - Edmilson Filho pelo filme "Cine Holliúdy", de Halder Gomes
Melhor som - Tiago Bittencourt pelo filme “Cores”, de Francisco Garcia.
Melhor trilha sonora - Dj Dolores pelo filme “O som ao redor”.
Melhor direção de arte - Gatto Larsen e Rubens Barbot, pelo filme “Esse amor que nos consome”, de Allan Ribeiro.
Melhor produção - Mannu Costa pelo filme “Eles voltam”, de Marcelo Lordello.
Melhor roteiro - Kleber Mendonça Filho, pelo filme “O som ao redor”.
Melhor montagem - João Maria e Kleber Mendonça Filho, pelo filme "O som ao redor”.
Melhor fotografia - Alziro Barbosa, pelo filme “Cores”.
Melhor diretor de longa-metragem - Francisco Garcia, pela ficção paulista “Cores”
Prêmio especial pela resistência cultural e pelo registro do processo criativo - “Esse amor que nos consome”, de Allan Ribeiro.
Melhor longa-metragem nacional do 6º Festival de Cinema de Triunfo - “Eles voltam”, de Marcelo Lordello.

sábado, 10 de agosto de 2013


Pesqueira é o novo destino do Nação Cultural 2013

Terra das Caiporas, Pesqueira vai receber intensa agenda de difusão e formação cultural. Foto: Beto Figueiroa
Terra das Caiporas, Pesqueira vai receber intensa agenda de difusão e formação cultural. Foto: Beto Figueiroa
Território repleto de valorosas expressões da cultura pernambucana, Pesqueira vai viver nos próximos dias uma agenda intensa de difusão e formação cultural. De 13 a 17 de agosto, o Festival Pernambuco Nação Cultural aporta na cidade com grandes shows, espetáculos de artes cênicas, encontros de cultura tradicional, sessões de cinema e um vasto leque de oficinas gratuitas. O evento é uma realização do Governo do Estado, através da Secult-PE e Fundarpe, em parceria com a Prefeitura de Pesqueira.
Celebrando com a população do Agreste a 13ª Festa da Renascença, a edição especial do FPNC tem ilustres convidados. Entre eles, os cantores Alceu Valença e Zeca Baleiro, que se apresentam na sexta (16) e no sábado (17), respectivamente. A cena autoral contemporânea também é destaque do Palco Nação Cultural, que vai levar pela primeira vez ao município a fusão de ritmos da recifense Mamelungos e o repertório poético e intimista do catarinense radicado em Alagoas, o cantor Wado. As noites de shows no palco principal do festival serão animadas ainda pelas canções do primeiro álbum solo de Publius, cantor e instrumentista pernambucano com mais de 10 anos de carreira; e pelo reggae da olindense N´Zambi.
27 03 13 FAIXA NOVA GOIANA
Para Leo Antunes, coordenador geral do FPNC, “a proposta da grade de shows é fortalecer o diálogo entre as diversas sonoridades e formações musicais ao promover o encontro de artistas consagrados e expoentes com o público do agreste”, destaca. Ainda de acordo com Leo, “a programação das outras linguagens artísticas também busca fortalecer o intercâmbio cultural incluindo grupos cênicos de Pesqueira, Limoeiro e Recife, além de ampliar a visibilidade das produções audiovisuais pernambucanas e grupos de cultura popular da região”.
Cultura Indígena
Maior reduto indígena do Nordeste, Pesqueira vai abrigar durante mais um festival o Encontro das Culturas Tradicionais, com a presença de grupos e manifestações de diversas comunidades da região. Entre elas, o teatro da aldeia Cana Brava, o Membi Xukuru e o coco do Chã dos Negros e Raízes do Ororubá. O encontro acontece na Aldeia Cimbres, a partir das 18h de sexta-feira (16/08).
Diversas aldeias do território Xucuru vão acolher programação do festival. Foto: Ricardo Moura
A programação voltada à valorização da cultura indígena contempla ainda a realização das oficinas de Interpretação para Teatro e Artesanato em Cipó na Aldeia Cana Brava (território Xucuru) e da roda de diálogo “A Importância da Cultura Tradicional”, marcada para as 17h da sexta-feira (16/08) na Aldeia Cimbres.
Palco Lado B
Do jazz ao rock, do samba de coco ao reggae! Todos os ritmos cabem no Palco Lado B, o novo polo do FPNC em Pesqueira que vai apresentar ao público do festival os artistas e bandas independentes da região. Da quinta-feira (15) ao sábado (17), sempre a partir das 18h, a Praça da Rosa vai receber o jazz contemporâneo da Olhos de Medusa; o punk rock da Diphusa; o brega rock da Los Carraras; o tradicional samba de coco do grupo Canção Piô; entre outras atrações locais.
Artes Cênicas em praça pública
Toda a programação de cênicas do FPNC em Pesqueira vai ocupar a Praça da Rosa, no centro da cidade, a partir da quarta-feira (14). Espetáculos de teatro para infância e juventude, circo e também uma mostra coreográfica serão apresentados por grupos de Recife, Pesqueira e Limoeiro. Sempre às 16h30. O destaque é para a montagem “As Roupas do Rei”, do Centro de Criação Galpão das Artes, que acontece no sábado. Com quase 15 anos de atuação, a companhia acumula participações em importantes festivais de todo o país e do exterior.
Cinema em acampamento e aldeias indígenas
Com a Mostra Especial de Curtas Metragens do 6º Festival de Cinema de Triunfo, a sétima arte também vai chegar à Aldeia Pão de Açúcar (território Xucuru), ao Acampamento Jardim (MST) e ao loteamento São Francisco (bairro do Prado). As exibições gratuitas acontecem de 15 a 17/08, sempre às 19h.
Em parceria com a Ororubá Filmes, que produz e faz circular obras audiovisuais de realizadores de comunidades tradicionais, o FPNC também vai promover sessões itinerantes de cinema nas aldeias Pé de Serra dos Nogueiras, Cana Brava e Aldeia Cimbres.
Cortejo de Cultura Popular
Caiporas, cangaceiros, bonecos gigantes e pernas de pau vão tomar as ruas da cidade no sábado, 17/08. O cortejo de cultura popular que sairá do Convento dos Franciscanos em direção ao bairro do Prado, a partir das 16h, vai contar ainda com a participação do centenário bloco Cambinda Velha de Pesqueira e da Escola de Samba Ororubá.
Formação Cultural
Nove oficinas gratuitas, além de roda de diálogo, workshop e papo criativo estão na programação do FPNC em Pesqueira. Elaborada com o objetivo de estimular talentos e apresentar novas técnicas que fomentem a confecção de rendas, por exemplo, a grade de formação cultural dialoga com a realidade e as demandas de artesãos e produtores locais. Elaboração de Projetos, Modelagem, Confecção de Pífano, Cineclube como ferramenta pedagógica e outros cursos gratuitos estão com inscrições abertas. Interessados devem procurar a Secretaria de Turismo de Pesqueira.



Programação

FPNC Edição Especial – 13ª Festa da Renascença – Pesqueira
De 13 a 17 de agosto de 2013

SHOWS
Palco Nação Cultural
Praça Dom José Lopes – Centro
Sempre a partir das 22h

Sexta-feira, 16/08
- Mamelungos
- Alceu Valença
- N’Zambi
Abertura e Intervalos: DJ Leo Dagga

Sábado, 17/08
- Publius
- Wado (AL)
- Zeca Baleiro
Abertura e Intervalos: DJ Leo Dagga

Palco Lado B 
Praça da Rosa – Centro
Sempre a partir das 18h

Quinta-feira, 15/08
- Coco Cancão Piô
- Chorinho Ororubá
- Edilson Maciel

Sexta-feira, 16/08
- Art & Bossa
- Olhos de Medusa
- Los Carraras

Sábado, 17/08
- Diphusa
- Alan´s
- Beck Way


ARTES CÊNICAS
Praça da Rosa – Centro

Quarta-feira, 14/08
16h30 – Teatro para Infância e Juventude – Pindorama, Caravela e Malungo
Grupo Teatral Quadro de Cena (Recife-PE)

Quinta-feira, 15/08
16h30 – Circo – Cavaco e Sua Pulga Adestrada
Caravana Tapioca (Recife-PE)

Sexta-feira, 16/08
16h30 – Mostra Coreográfica
Lady Jan e João (Rogério Alves e Janaína Costa | Recife-PE)
BOPE (Fenômenos de Rua | Pesqueira-PE)

Sábado, 17/08
16h30 – Teatro para Infância e Juventude – As Roupas do Rei
Centro de Criação Galpão das Artes (Limoeiro-PE)

AUDIOVISUAL
Cinema na Estrada – Mostra Especial de Curtas Metragens do 6° Festival de Cinema de Triunfo
Sempre às 19h

Quinta-feira, 15/08 | Acampamento Jardim (MST)
Sexta-feira, 16/08 | Aldeia Pão de Açúcar (Xucuru)
Sábado, 17/08 | Loteamento São Francisco (Prado)

CULTURA POPULAR
Cortejo de Cultura Popular
Sábado, 17/08 | 16h
Local: Saída do Convento dos Franciscanos (Av. Carlos Brito) e encerramento no Loteamento São Francisco (Prado)
Com: Os Caiporas; Grupo Folclórico Os Cangaceiros; Cambinda Velha de Pesqueira; Perna de Pau do Movimento Ziriguidum; Bonecos Gigantes do Nordeste e Escola de Samba do Ororubá

POVOS TRADICIONAIS
Encontro das Culturas Tradicionais
Sexta-feira, 16/08 | 18h
Local: Aldeia Cimbres
Com: Teatro da Aldeia Cana Brava; Membi Xucuru; Samba de Coco Chã dos Negros; Grupo de Coco Raízes do Ororubá

Sessão de Cinema Itinerante – Ororubá Filmes 
Exibição de filmes de produtores em audiovisual das comunidades tradicionais. Ao final de cada sessão haverá sambada de coco do Grupo Raízes do Ororubá.
Terça-feira, 13/08 | 18h – Aldeia Pé de Serra dos Nogueiras
Quarta-feira, 14/08 | 18h – Aldeia Cana Brava
Quinta-feira, 15/08 | 18h – Aldeia Cimbres

FORMAÇÃO CULTURAL
Inscrições na Secretaria de Turismo de Pesqueira

OFICINAS
Cineclube como ferramenta pedagógica
Dias 15 e 16/08
Horário: Das 9h às 12h e das 14h às 17h
Facilitadores: Gabriel Muniz e Gabriela Saldanha (FEPEC)
Local: Auditório da Secretaria de Educação

Pífano (Confecção e Toque)
De 13 a 16/08
Horário: Das 14h às 18h
Facilitador: Lula Moreira (Orquestra Sertão – Arcoverde)
Local: Escola Estadual Dom Adelmo Cavalcanti

Elaboração de Projetos Culturais (Funcultura – Fotografia)
De 13 a 16/08
Horário: Das 14h às 18h
Facilitadora: Mariana Lima
Local: Escola Estadual Dom Adelmo Cavalcanti

Confecção e Prática de Malabares
De 13 a 16/08
Horário: Das 14h às 18h
Facilitadora: Michel Carvalho
Local: PETI Projovem (Quadra)

Modelagem (módulo 2)
Data: 17/08
Horário: Das 8h às 12h e das 14h às 18h
Facilitadora: Maria de Fátima Silva
Local: Cooperativa Mista dos Artesãos de Pesqueira

Riscos (Motivos) na Renascença
De 13 a 16/08
Horário: Das 8h às 12h
Facilitadora: Rosa Oliveira
Local: Cooperativa Mista dos Artesãos de Pesqueira

Eco Design – Tingimento Natural (módulo 2)
De 13 a 16/08
Horário: Das 14h às 18h
Facilitadora: Adélia Collier
Local: Cooperativa Mista dos Artesãos de Pesqueira

Interpretação para Teatro
De 14 a 16/08
Horário: Das 9h às 12h e das 13h às 16h
Facilitador: Claudiney Mendes
Local: Aldeia Cana Brava (Xucuru)

Artesanato em Cipó
De 14 a 16/08
Horário: Das 9h às 12h e das 13h às 16h
Facilitador: Geovane Xucuru
Local: Aldeia Cana Brava (Xucuru)

RODA DE DIÁLOGO
A Importância da Cultura Tradicional
Data: 16/08
Horário: 17h
Facilitador: Coordenadoria de Povos Tradicionais e Populações Rurais / Secult-PE
Local: Vila de Cimbres

WORKSHOP
Design Thinking para Inovação Sociocultural
Dias 15 e 16/08
Horário: Das 14h às 18h
Facilitadores: Arthur Braga e Bruno Brasileiro
Local: Cooperativa Mista dos Artesões de Pesqueira

PAPO CRIATIVO
Renascença e a Economia Criativa
Data: 14/08
Horário: Das 19h às 21h
Facilitador: Coordenadoria de Economia Criativa / Secult-PE
Local: Academia Pesqueirense de Letras

*Programação sujeita à alterações.


                         
                                                DONA FLOR

Maria Flor dos Santos,Nasceu no dia em louvor a rainha do mar,2 de fevereiro ,do ano da graca de 1930,no Engenho dos Prazeres,no municipio de Flexeiras,zona da mata,no leste do estado de Alagoas.
Dona Flor tornou-se brincante do Guerreiro ainda jovem, em 1948.Sempre teve uma vida de sacrificios,mas, foi no folguedo popular que encontrou a alegria de viver.Dona Flor  nunca imaginou sua vida longe do folguedo.Vive com sua prole na periferia da capital alagoana,no bairro de Cha da Jaqueira. Mestra do Guerreiro,e diga-se,uma das mais festejadas no seu estado. 

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

“Doméstica” e “Boa sorte, meu amor” são premiados Hollywood Brazilian Film Festival
Descrição da imagem


Os longas-metragens pernambucanos “Doméstica” e “Boa Sorte, meu amor” foram premiados no Hollywood Brazilian Film Festival, encerrado domingo (4) em Los Angeles (EUA). 
“Doméstica”, dirigido por Gabriel Mascaro, recebeu menção honrosa do júri. Já “Boa sorte, meu amor foi premiado pela fotografia assinada por Pedro Sotero. Os dois filmes contaram com o incentivo do Funcultura/Governo do Estado.

O documentário “Doméstica”, produzido pela Desvia, está em cartaz no Recife, no Cinema da Fundação (Fundaj Derby) e no Cinemark (Shopping RioMar). O filme revela a complexidade da relação entre trabalho e afeto no cotidiano do emprego doméstico e teve uma carreira de sucesso em festivais no Brasil e no exterior.

“Boa Sorte, Meu amor”, primeiro longa-metragem dirigido pelo cineasta Daniel Aragão, será lançado no dia 23 de agosto no Recife, com exibição no Cinema da Fundação. Com roteiro assinado por Aragão, em parceria com Gregório Graziosi e Luiz Otávio Pereira, "Boa Sorte, Meu Amor” é um ‘anti-romance’ do impacto entre a música e o silêncio. Em breve, o filme também será lançado em outras salas pelo Brasil.

RECONHECIMENTO - No Hollywood Brazilian Film Festival, o cineasta Gabriel Mascaro também levou o prêmio de melhor curta-metragem por “A onda traz, o vento leva” (2012 / 28 min / híbrido), produzido com patrocínio da ARTAIDS Fundation e apoio do Banco Sabadell. O filme mostra uma jornada sensorial na vida de Rodrigo, um surdo que trabalha numa equipadora instalando som em carros, que tem um cotidiano marcado por ruídos, vibrações, incomunicabilidade, ambigüidade e dúvidas. O vencedor de melhor longa foi o paulista “O que se move”, de Caetano Gotardo. Na categoria melhor documentário, o premiado foi “Mr. Sganzerla”, de Joel Pizzini, e o mineiro “Pouco mais de um mês”, de André Novais, recebeu menção honrosa.

DOMÉSTICA - O longa é resultado de uma missão confiada a sete adolescentes, que registram, por uma semana, as suas empregadas domésticas. Após as filmagens, o material bruto foi entrega ao diretor que realizar um filme com essas imagens. Entre o choque da intimidade, as relações de poder e a performance do cotidiano, o filme lança um olhar contemporâneo sobre o trabalho doméstico no ambiente familiar e se transforma num potente ensaio sobre afeto e trabalho.

BOA SORTE, MEU AMOR - Na ficção, Dirceu (Vinícius Zinn) tem 30 anos e vem de uma família aristocrata do sertão nordestino. Ele trabalha em uma empresa de demolição, ajudando nas transformações que a cidade tem passado nos últimos anos. Ao encontrar Maria (Christiana Ubach), uma estudante de música, ele passa a sentir a urgência por mudanças em sua própria vida.
 



                 Na quadrada das águas perdidas


Longa-metragem "Na quadrada das águas perdidas", estrelado por Matheus Nachtergaele, tem estreia nacional em salas do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. O projeto de distribuição tem incentivo do Funcultura.

Depois de passar por diversos festivais e ter pré-estreia em Petrolina, cidade onde foi concebido, o longa-metragem "Na quadrada das águas perdidas" (Brasil, 2011, 35mm, 74 min) ganha estreia nacional a partir desta sexta-feira (02), com exibição em salas do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. O filme ainda será lançado em salas do Nordeste e do Sul.

O filme dirigido pelos cineastas pernambucanos Wagner Miranda e Marcos Carvalho tem distribuição realizada pela empresa Polifilmes com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE), do Governo do Estado de Pernambuco. A produção da Mont Serrat Filmes também contou com incentivo da Agência Nacional do Cinema (Ancine).

Estrelado pelo talentoso Matheus Nachtergaele, o filme mostra a saga de um nordestino numa pitoresca odisseia pelo único bioma exclusivamente brasileiro, a Caatinga. Nachtergaele vive Olegário, que desbrava a Caatinga, por vezes lutando pela sobrevivência, por vezes convivendo em harmonia com o ambiente em que vive. O título do longa é inspirado na música homônima, do cantor e compositor Elomar Figueira Mello, que juntamente com Geraldo Azevedo e o grupo Matingueiros trabalharam na trilha sonora da película.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013



Festival de Cinema de Triunfo | Esse Amor Que Nos Consome


História de amizade e de superação transforma Triunfo na cidade do amor
Dirigido pelo carioca Allan Ribeiro, o filme "Esse amor que nos consome" conta com a participação do cenógrafode teatro e dança, Gatto Larsen, e do coreógrafo, Rubens Barbot, nos papéis deles mesmos. A história é real e fala dos caminhos adotados pelos dois amigos depois que um incêndio destrói a sede da companhia de dança deles.