sexta-feira, 20 de agosto de 2021

CURTA- METRAGEM RETRATA TRAJETÓRIA DO BRINCANTE MARTELO

Está disponível no YouTube o curta-metragem “Martelo”. Dirigido por Tiago Delácio, o filme foi contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Perambuco e retrata trajetória de Martelo, um dos brincantes mais antigos do Cavalo Marinho do Estado, que mora na cidade de Condado (Zona da Mata). Aperte o play e confira.

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

JORGE CALHEIROS, POETA MATUTO DE ALAGOAS

Nascido no município de Pilar (a 34 km de Maceió), o cordelista e poeta Jorge Calheiros é patrimônio vivo de Alagoas desde 2011. São 68 anos escrevendo. O interesse pela poesia veio da alma e das coisas que a vida jogava em si. Aos 7, conta Jorge Calheiros, sonhava em conhecer uma escola. Poderia ser qualquer escola. Como estudante, nunca entrou em uma. Aprendia em casa, junto a seis irmãos, quando a irmã Zilda chegava das aulas. Tornou-se alfabetizado assim."Eu chorava e pedia ao meu pai para me deixar entrar na escola. Só que ele dizia que, se eu entrasse, eu teria outro motivo para chorar. Eu nunca poderia entrar na escola de novo, não tínhamos dinheiro para pagar. Meu pai juntou a família e tentamos ver qual dos filhos teria mais sucesso se fosse para a escola. Escolhemos a Zilda. Sete irmãos trabalhavam para que essa minha irmã estudasse e nos ensinasse depois", revelou.À época, Jorge trabalhava ajudando o pai, catando madeira no meio da mata para fazer carvão. Na vida, teve experiências como marceneiro, pedreiro, dono de casa de cópias -foi andarilho no Nordeste para achar emprego.Começou a escrever os cordéis aos 12, ao ouvir as histórias que alguns homens liam à beira de uma fogueira, tarde da noite, após um dia de trabalho. Não sabia que era bom naquilo.
Só descobriu aos 18, numa viagem a Sergipe, quando um homem leu os textos e pagou por eles. Se ganhava dinheiro, tinha talento e precisava investir nele. Naquele tempo, ainda chamavam os cordéis de "livros de histórias". "A poesia, a lenda, era história", definiu Jorge. "Nunca estudei em escolas, mas sempre li muito. Fazer cordel é entender a história do Brasil, do nosso Nordeste, saber contá-la com estética e métrica. Falo sempre que é importante saber contar a desgraça com graça. Por isso, pessoas com mais estudo e condições do que eu vêm e compram minhas obras", disse. É essa vontade e inveja de não ter ido à escola que faz Jorge ajudar estudantes carentes de Alagoas. Ele custeia o material das crianças, "para formar mais pessoas que produzam cultura", para que tenham uma chance como ele teve. Pai de oito filhos e viúvo, Jorge deve à esposa o cordel que mais vendeu. Em uma discussão dentro de casa, a esposa o chamou de feio e ele a chamou de feia. Daí, nasceu "Mulhé Feia". "Preciso só de uma palavra para escrever um cordel. Minha mulher era a mais bonita do mundo, foi meu amor, mãe dos meus filhos, minha companheira", parou, meio emocionado e emendou: "Quando comecei a escrever, ela rasgou o livro três vezes. Fui, escrevi escondido, ganhei três mil reais e dei dois mil a ela, nunca mais reclamou", finalizou Jorge, rindo."Preciso só de uma palavra para escrever um cordel. Minha mulher era a mais bonita do mundo, foi meu amor, mãe dos meus filhos, minha companheira", parou, meio emocionado e emendou: "Quando comecei a escrever, ela rasgou o livro três vezes. Fui, escrevi escondido, ganhei três mil reais e dei dois mil a ela, nunca mais reclamou", finalizou Jorge, rindo.
Calheiros já se apresentou em vários estados do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco. Nas palestras, as pessoas sempre se surpreendem quando ele entra. "Quando veem meu currículo, as pessoas pensam que vou chegar todo bem vestido, de terno e gravata. Aí eu entro, bem simples, converso com todo mundo, roupas confortáveis. É o jeito que gosto." Aos 80 anos, o alagoano Jorge Calheiros recita seus textos com facilidade. Consegue explicá-los fazendo alusão aos ritmos de Luiz Gonzaga, Cara Véia, Caju & Castanha, Teixerinha, por exemplo. Elegante, é ele mesmo quem produz os próprios cordéis. Imprime, recorta, cola e, de vez em quando, até desenha as caricaturas que os acompanham. Sentado em uma cadeira antiga, feita de madeira, e com uma luz fazendo as vezes de luminária, Jorge pega a caneta e tece mais algumas palavras para o próximo cordel. Feito teia de aranha, diz ele, uma palavra puxa a outra e a sustenta. É assim que vive. É por isso que não esquece os textos com o tempo.

terça-feira, 17 de agosto de 2021

VELHO XAVECO

Antônio Coutinho completou 86 anos e é considerado o Velho do Pastoril mais antigo de Pernambuco. Nascido em Bezerros,na terra ds papangus, no Agreste Pernambucano, ele interpreta o Velho Xaveco desde 1978. Foi pupilo de outros velhos que marcaram sua época, com destaque para o Velho Faceta, que gravou o famoso “Papai, eu quero me casar”. Velho Xaveco já foi homenageado do Natal do Recife e é hoje o maior expoente do Pastoril Profano, manifestação cultural que ele conheceu aos 10 anos de idade, quando morava no bairro de Tejipió, no Recife.

sábado, 14 de agosto de 2021

Carlos Moura - Minha Sereia (Maceió, minha sereia)

CARLOA PITA

Começou a carreira em Maceió, nos anos 1970, tocando em matinês com o grupo "Os bárbaros". Mais tarde, integrou o grupo "Vento", no qual passou a compor e cantar suas próprias canções. Em 1980, mudou- se para o Rio de Janeiro e iniciou carreira solo, com forte influência regional, gravando o LP "Reviravolta", do qual se destacou a canção "Minha Sereia". Em 1983, lançou, pelo selo Lança, o LP "Água de Cheiro", no qual gravou as músicas "Cometa Mambembe", "Embolada", "Rota", "Estelar", "Rubi na luz quente", "O trio elétrico e a multidão", "Asa delta", "Água de cheiro", "Brilho e Grandeza", "Mal" e "Choro Matuto". Em 1987, gravou, pelo selo Recarey, seu quarto disco de carreira, "Uma Noite No Café Nice", no qual constaram as músicas "Autumn leaves", "My away
New York, New York", "My melancholic baby", "Chá com torradas", "Adios", "Besame Mucho","Esta tarde vi llover", "Olha", "Pede a ela", "Nada mais", "Meu bem querer", "Vitoriosa" e "Chora coração". Durante a carreira, realizou apresentações em programas de televisão como Som Brasil e Fantástico (TV Globo); Empório Brasileiro (BAND); e Jô Soares Onze e Meia (SBT). Também apresentou-se ao lado de figuras como Dominguinhos, Genival Lacerda, Zé Ramalho e Geraldo Azevedo. Nos anos 1990, fez uma série de shows pelo Canadá.

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

CURTA-METRAGEM RETRATA A TRAJETÓRIA DE MARTELO

Está disponível no YouTube o curta-metragem “Martelo”. Dirigido por Tiago Delácio, o filme foi contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Perambuco e retrata trajetória de Martelo, um dos brincantes mais antigos do Cavalo Marinho do Estado, que mora na cidade de Condado (Zona da Mata Norte). Aperte o play e confira.

PROJETO LANÇA CADERNO DE ERVAS PLANTAS MEDICINAIS DAS ZONA DA MATA NORTE

Entre os meses de fevereiro e abril deste ano, o CHÃ – coletiva da terra desenvolveu o projeto de pesquisa e criação artística “Caderno Ilustrado de Plantas e Ervas Medicinais das Mulheres da Zona da Mata Norte“. Idealizado por Ana Carvalho e Marília Nepomuceno, o trabalho contou com a colaboração e articulação de Helena Tenderini e Luíza Cavalcante, envolvendo mulheres, mães, agricultoras, parteiras e rezadeiras das comunidades de entorno do Sítio Malokambo e Sítio Ágatha, na área rural de Tracunhaém, e da comunidade de Belém, em Paudalho. O projeto se desenvolveu a partir da partilha das histórias de vida dessas mulheres e do reconhecimento de seus quintais, onde habitam uma coleção de ervas e plantas tradicionalmente utilizadas nos seus fazeres de partejar, curar, benzer e rezar. As ações resultaram na produção coletiva de um de caderno ilustrado, que traz as histórias dessas mulheres e suas plantas de cura e proteção. O projeto foi realizado com o incentivo da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Ficha técnica do projeto: Coordenação geral e organização do caderno: Ana Carvalho Pesquisa: Ana Carvalho e Marília Nepomuceno, em colaboração com mulheres da Mata Norte Assistência de produção: Marília Nepomuceno e Joaquim Carvalho Articulação nos territórios: Helena Tenderini (Sítio Malokambo) e Luiza Cavalcante (Sítio Ágatha) Narradoras/pesquisadoras: Bernadete Belarmino da Silva; Carmelita Maria da Silva; Helena Tenderini; Ivaneide Maria (Pôla); Luiza Cavalcante; Maria José da Silva; Nzinga Cavalcante; Vanuze Carmelita da Silva Oficina de desenho e ilustração: Ana Carvalho Ilustrações: Ana Carvalho; Carmelita Maria da Silva; Helena Tenderini; Ivaneide Maria Ribeiro (Pôla); Joaquim Carvalho; Luiza Cavalcante; Malaika Oniilari Tenderini; Maria José da Silva; Nzinga Cavalcante; Vanuze Carmelita da Silva Projeto gráfico: Fernando Ancil Realização: Chã – coletivo da terra; O Praialta Apoio: SÍtio Ágatha; Sítio Malokambo; Marcenaria Olinda Incentivo: Lei Aldir Blanc em Pernambuco, por meio da Secult-PE

quinta-feira, 12 de agosto de 2021

ESPETACULO INFANTIL ¨ CORDEL ANIMADO¨ OCUPA O TEATRO FERNANDO SANTA CRUZ EM OLINDA,

A dupla Mari e Milla Bigio, que comanda o espetáculo infantil “Cordel Animado”, está de volta aos palcos da cidade. A primeira apresentação aberta ao público acontece no próximo dia 21 de agosto (sábado), às 17h, no Teatro Fernando Santa Cruz, sediado no Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda. As famílias com crianças vão poder assistir ao show do “Cordel Animado”, trazendo lendas brasileiras, celebrando o folclore e estimulando, por meio das histórias, o cuidado e defesa ao meio ambiente. O espetáculo foi selecionado na convocatória de ocupação da pauta do local, todos os protocolos de segurança contra o Covid-19 serão cumpridos, como a obrigatoriedade do uso de máscaras, álcool em gel disponível na entrada do local, ingressos limitados, restritos a capacidade reduzida do teatro, respeitando as medidas de distanciamento. “Será uma oportunidade maravilhosa de reencontro com nosso público. O Cordel Animado é formado pela cordelista Mari Bigio e sua irmã musicista Milla Bigio. Com nove anos de existência, o projeto mistura as narrativas em cordéis infantis com músicas autorais, sonoplastia, técnicas de fantoches, manipulação de bonecos de pano, teatro de sombras e de objetos cênicos, entre outros recursos para garantir a atmosfera lúdica e atrativa para o público de todas as idades. O Cordel Animado é formado pela cordelista Mari Bigio e sua irmã musicista Milla Bigio. Com nove anos de existência, o projeto mistura as narrativas em cordéis infantis com músicas autorais, sonoplastia, técnicas de fantoches, manipulação de bonecos de pano, teatro de sombras e de objetos cênicos, entre outros recursos para garantir a atmosfera lúdica e atrativa para o público de todas as idades. Espetáculo “Cordel Animado” Quando: 21 de agosto de 2021 (sábado), às 17h Local: Teatro Fernando Santa Cruz – Mercado Eufrásio Barbosa (Olinda) Ingressos: R$20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada)

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

JOÃO DA LAGOA

João Francisco da Silva, mais conhecido como João da Lagoa, nasceu na cidade alagoana de Girau do Ponciano em 1940. Durante toda sua vida morou na zona rural do município vizinho de Lagoa da Canoa, até a sua morte no dia 29 de junho de 2009, vítima de uma parada cardiorrespiratória aos 69 anos de idade. Filho de agricultores, João da Lagoa sempre trabalhou na roça e começou a esculpir de “brincadeira”, como forma de passar o tempo.
Com seu trabalho João da Lagoa se transformou no principal escultor da região onde morava. Trabalhou a madeira de forma longilínea, com um fazer simples e contemporâneo, embora carregasse a marca do artista de impulso, espontâneo, autodidata. Católico, sua obra teve como principal referência os santos mais populares da Igreja Católica, porém sem o rebuscamento dos santeiros tradicionais. João da Lagoa deixou uma importante obra que pode ser encontrada em importantes coleções particulares de Arte Popular e em museus no Brasil, Portugal e França.

terça-feira, 10 de agosto de 2021

Chapéu Estrelado - Os caminhos de Lampião no Oeste Potiguar Ano: 1927. Lampião, aliado ao jagunço potiguar Massilon Benevides e ao poderoso Coronel cearense Isaías Arruda, tramam a invasão da rica cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Este documentário reúne depoimentos de pessoas que conviveram diretamente com Lampião, algumas na casa dos cem anos, e dos descendentes das vítimas dessa campanha do cangaceiro, além de revisitar em 13 dias, 16 cidades que estão nessa jornada, que começou no Ceará, depois Paraíba e finalmente o Rio Grande do Norte. Um filme de Silvio Coutinho com produção de Valério Marinho de Andrade, roteiro de Rostand Medeiros e música de Mario Vivas. Participação especial dos meus amigos Sergio Dantas, Sousa Neto, Rivanildo Alexandrino e José Cícero. Pescado no canal de Elgson Lima Kiko Monteiro às 14:15

QUILOMBO CULTURAL CASA COLETIVO OFERECE OFICINA PARA O 34º PREMIO RODRIGO DE MELO FRANCO

O Quilombo Cultural Casa Coletivo, comandado pela coquista, matrigestora e pesquisadora autônoma Una (Elaine Una), promove neste sábado (7), a partir das 14h, uma leitura comentada on-line do edital do 34º Prêmio Rodrigo de Melo Franco. A ideia do encontro virtual é esclarecer dúvidas e oferecer dicas sobre a premiação que reconhece ações de excelência na preservação e salvaguarda do patrimônio cultural em todo o país. A iniciativa integra o “Funcultura Popular do Quilombo Cultural Casa Coletivo”, incentivada pelo Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, e que está em sua segunda edição. “O projeto já realizou diversas aulas sobre o edital do Funcultura neste ano e continuará promovendo o acompanhamento de todos os editais do Estado, cuja temática sejam cultura e patrimônio, incluindo a próxima edição do Funcultura, prevista para lançamento no fim do ano de 2021. Mesmo tendo foco nos Patrimônios Vivos do Estado de Pernambuco, o encontro virtual será aberto ao público, com duas modalidades de participação: ativa (com possibilidade de perguntas e interação) e espectadora (apenas acompanhar sem interação). Ambos acessos estarão disponíveis no site do Quilombo Casa”, diz a idealizadora Una. PREMIAÇÃO - O Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, promovido pelo Iphan desde 1987, chega à sua 34ª edição, em 2021. Considerada como a maior premiação nacional no campo do Patrimônio Cultural, a iniciativa tem como objetivo valorizar aqueles que atuam em favor da preservação dos bens culturais do país. Para participar, os proponentes deverão acessar o formulário de inscrição, disponível no site do Iphan, até o dia 15 de agosto. Saiba mais: www.gov.br/iphan/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/premios/premio-rodrigo-melo-franco-de-andrade-1. Serviço Leitura Comentada, dicas e dúvidas do edital do 34º Prêmio Rodrigo de Melo França Quando: 7 de agosto de 2021 (sábad0), às 14h

sábado, 7 de agosto de 2021

BRÁULIO TAVARES

Bráulio Tavares é um compositor,letrista,poeta,escritor,dramaturgo e pesquisador de literatura fantástica.Nasceu em 1950 em Campina Grande, no planalto da borborema, Paraíba. Iniciou estudos de Cinema (Universidade Católica de Minas Gerais) e Ciências Sociais (Universidade Federal da Paraíba), mas não concluiu os cursos. Morando em Salvador a partir de 1977, começou a compor e a escrever para o teatro. Mudou-se para o Rio em 1982. Tem músicas gravadas por numerosos artistas, entre eles Lenine, Elba Ramalho, Tim Maia, MPB-4, Dionne Warwick, Ney Matogrosso e Antônio Nóbrega.
Publicou até agora um romance, dois volumes de contos, alguns livros de poesia, além de estudos sobre ficção científica e sobre a poesia popular do Nordeste.
Publica artigos regularmente no ‘Jornal da Tarde’ de São Paulo. Além de romances e contos, publicou também vários folhetos de cordel e livros de poemas, entre eles A Pedra do Meio-Dia, ou Artur e Isadora (Editora 34, São Paulo, 1998), O homem artificial (Sette Letras, Rio de Janeiro, 1999) e Os martelos de Trupizupe (Engenho de Arte, Natal, 2004).
Compositor de música popular e dramaturgo, organizou também a antologia dos folhetos do cordelista Raimundo Santa Helena (Hedra, São Paulo, 2003), entre outras coletâneas, e mantém uma coluna diária sobre cultura no Jornal da Paraíba. Entre seus livros destaca-se Lampião e Lancelote (2006), que ele mesmo escreveu e desenhou, premiado no Salão Internacional de Bolonha de 2007.
OBRAS: As Baladas de Trupizupe (1980) Cabeça Elétrica, Coração Acústico (1981) Balada do Andarilho Ramón e Outros Textos (1980) Sai do Meio, que lá Vem o Filósofo (1982) O Homem Artificial (1999) ensaios Cantoria: Regras e Estilos (1979) O que é Ficção Científica(1986) contos A Espinha Dorsal da Memória (1989, 1996) Mundo Fantasmo (1996, 1997) bibliografia (organizador) Fantastic, Fantasy and Science Fiction Literature Catalog (1992) humor Como Enlouquecer um Homem: as Mulheres Contra-Atacam (1994, 1997) romance A Máquina Voadora (1994, 1997)

quinta-feira, 5 de agosto de 2021

ARCOVERDE INAUGURA O MUSEU DO BOI

A cidade de Arcoverde, situada no Vale do Rio Ipanema, porta de entrada do Sertão de Pernambuco e de muita tradição do folguedo do boi, reinaugura no próximo dia 14 de agosto (sábado), a partir das 19h, o Museu do Boi, primeiro do Estado a dedicar-se a preservar as memórias e acervos de bois e mestres da cultura de bois.
Na mostra de reabertura, o público poderá conferir documentos, imagens e fotografias do Boi Faceiro, mestre Aelson da Hora, Boi Arcoverde, Boi Diamante e Boi Maracatu.
Além disso, haverá apresentações artísticas dos grupos culturais do Boi Cafuné, Urso da Cara Preta, Boi Arcoverde e do Boi Diamante. A organização do evento observará as regras de distanciamento social e todos os convidados só poderão circular com máscara. Haverá distribuição de álcool em gel. O Museu do Boi fica localizado na Praça da Bandeira, 17 – Centro – Arcoverde/PE (ao lado do Restaurante JOY).