sábado, 27 de dezembro de 2025

EM OLINDA, ENCONTRO NACIONAL DE CAVALO MARINHO CHEGA À SUA 30ª EDIÇÃO Neste ano, o Encontro Nacional de Cavalo Marinho homenageia os 80 anos de Mestre Salustiano com a reestreia da Ciranda Nordestina. A festa começa às 18h, na Casa da Rabeca, em Olinda.
Em 2025, o Encontro Nacional de Cavalo Marinho completa 30 anos desde a sua criação pelo Mestre Salustiano. Para comemorar, a edição deste ano acontece nesta quinta-feira (25) na Casa da Rabeca, localizada na Cidade Tabjara, em Olinda, onde as agremiações do folguedo tradicionalmente se reúnem no Natal, para apresentar o enredo em homenagem aos Três Reis Magos. A ação está entre as iniciativas que fortaleceram o folguedo até que ele ser reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2014. Neste ano, o evento será ainda mais especial por conta das celebrações dos 80 anos do Mestre Salustiano. As homenagens acontecerão durante as apresentações de brincantes de diversas gerações e com o regate da Ciranda Nordestina, criado por Salu na década de 1970. A festa tem acesso gratuito e começará às 18h.
1 / 2Cavalo Marinho Boi Matuto de Olinda (Divulgação) Cavalo Marinho Boi Matuto de Olinda (Divulgação) Cavalo Marinho Boi Matuto de Olinda (Divulgação) Cavalo Marinho Boi Estrela do Recife (Divulgação) Também estão confirmados participantes de diversas regiões do Estado. Entre eles, o Cavalo Marinho Boi Matuto de Olinda, criado em 1968 e mantido pelos filhos e netos de Salu; Cavalo Marinho Flor de Manjerona de Olinda, formado exclusivamente por mulheres; o Cavalo Marinho Boi Pintado, de Aliança, do Mestre Grimário; o Cavalo Marinho Boi da Lu, de Olinda; e o Cavalo Marinho Boi Estrela, do Recife, do Mestre Fabinho. O Cavalo Marinho é uma variação do Bumba-Meu-Boi, típico da Zona da Mata nordestina e preserva uma importante manifestação cultural. As encenações do folguedo misturam teatro, coreografias, falas improvisadas e música, que é o fio condutor da trama. Os vocalistas são acompanhados pelo “banco", cuja banda conta com rabeca, pandeiro, bagé, reco-reco e ganzá, em apresentações que duram em torno de oito horas.

Nenhum comentário:

Postar um comentário