sexta-feira, 17 de abril de 2015




Banda Cabaçal de Cajazeiras, Paraíba, anos 1950, passando em frente ao antigo Hotel Oriente, que ficava na esquina da Rua Tenente Arsênio, e na outra esquina aAção Católica era esquina da Rua Padre Rolim.

As bandas cabaçais, também conhecidas como bandas de pífanos, são grupos com repertório de música popular instrumental. De formação variada, compõem-se tradicionalmente de quatro integrantes, com instrumentos de sopro e percussão: pífano, zabumba e caixa, sendo verificados também em alguns grupos tocadores de instrumentos como a sanfona, triângulo e os pratos, que se apresentam nas animações das festas religiosas e outros festejos comemorativos das suas localidades.
A imagem acima, registrada nos anos 50, é um importante documento histórico para se entender como se comportou a formação da Banda Cabaçal de Cajazeiras, uma tradição popular que rompeu preconceitos e adversidades do tempo e que por incrível que pareça, continua viva. A sua aparição ao público, mesmo que acanhada, se deu com mais frequência nos anos 80 com a instalação do antigo Núcleo de Extensão Cultural da UFPB, uma incubadora de promoção de cultura na região de Cajazeiras, que congregava uma Escola de Teatro, Atelier de Artes, Coral Universitário, Central de Artesanato e um extensivo trabalho de resgate de grupos folclóricos adormecidos que trouxe a tona entidades como o Grupo de Reisado, a própria Banda Cabaçal e até Brincantes de Mamulengos da zona sul da cidade - mais precisamente do Bairro de Capoeiras.
Fonte O Nordeste portal.



 Lembrança de Arlindo dos Oito Baixos

O fole encantado do mestre continua embalando o arrasta-pé de Dois Unidos! No seu quintal, ainda se ouve o resfolego dos oito baixos, que tanto fez levantar poeira. O bLoG soL vERmeLHo e Cultura.PE celebra hoje o saudoso Arlindo do Oito Baixos, nosso Patrimônio Vivo que completaria, nesta quinta (16), 73 anos de idade.
Saudades... e muito orgulho do legado de amor à arte que ele nos deixou!
Viva mestre Arlindo!

quarta-feira, 15 de abril de 2015




 Cais do Sertão promoveu lançamento do livro Pífanos do Agreste 

Evento faz parte da programação de comemoracao de um ano do espaço cultural,situado no Porto do Recife,no bairro do Recife Antigo e aconteceu nesta terça (14), às 18h, na Praça do Juazeiro, área externa do museu. O músico João do Pife (foto) e a Banda de Pífanos Vitoriano Jovem  animou a noite!


Trovoada balançando a caatinga
Faz tremer sacudindo nosso chão
O papoco que estronda la na serra
Faz a terra gemer na escuridão
É o fogo vomitando chumbo quente
"Sisconde" gente tá chegando Lampião
Virgulino antes de ser cangaceiro
Era mesmo um pacato cidadão
Que com seus pais seguia sua lida
Rodeado também com outro irmão
Não usei o plural desta família
Porque a rima por aqui fechava não
Salve o ano do cangaço Brasileiro
Nossa historia é o retrato deste chão
Onde a saga de Virgulino está escrito
Nos anais literatos da nação
Viva a historia tão viva desta gente
Que trás na mente seu respeito a Lampião

terça-feira, 14 de abril de 2015




        Mestre de Guerreiro Artur Moraes

Artur Moraes dos Santos,Nasceu em  Fernão Velho,bairro de Maceió, capital do estado de Alagoas,no dia 08 de outubro de 1925, filho de Manuel Morais dos Santos e de Antônia Francisca da Conceição. Foi criado na cidade de Satuba e batizado  em Santa Luzia do Norte,trabalhou muitos anos como ceramista nas olarias do município de Satuba, “fazendo tijolos e telhas de boa qualidade”.O gosto de dançar guerreiro veio aos dez anos no grupo do mestre Manoel Vicente, em Satuba, como bandeirinha e depois como embaixador. - “Brinquei com muito mestre bom, como Manoel Lourenço, João Inácio, Jorge Ferreira, Artur Bozó, Alfredo, todos já debaixo da terra. Com eles aprendi muita coisa boa, mas foi no Pilar e em Marimbondo  que dancei com Gajuru e mestre Laurentino, como mateu. Eles foram os que me fizeram mestre”.
Aos dezenove anos veio residir em Maceió, no bairro da Ponta Grossa e começou a dançar no guerreiro Treme Terra do mestre João Ventania e também no guerreiro do mestre João Amado.
Mudou-se para o bairro Clima Bom, no Tabuleiro dos Martins. e junto com o Sr. Pedro Lins formaram o Guerreiro Santa Izabel, na Chã da Jaqueira.
Artur Morais confessa que, “minha grande tristeza é não poder mais cantar. As pernas ainda tem força, a dificuldade é a voz que sai muito fraca devido a um sério problema de saúde”. 
Mas, não esquece as muitas  peças de guerreiro de sua autoria e cantarola as que mais gosta:
Da letra A assuletro Artur
Da letra M assuletro Morais
Da letra S  assuletro Santos
Da letra V  assuletro Vital
Da letra J   assuletro Juvenal
Da letra T  assuletro tambozeiro
Da letra G  assuletro guerreiro
Da CA-PI-TAL


“Esse guerreiro é Leão e brigo de guerra
Vou assubindo a serra todo embalado
Escuto o trenado, escuta a peça menina
Escuta a rima nesse tom mudado”


“O Morais é barreira de Alagoas
A rima é boa
Na praia, no norte e no sertão
Preste atenção onde a abelha faz o mel
Guerreiro Santa Izabel
Aqui vem tremendo o chão”

segunda-feira, 13 de abril de 2015


                                          Manoel da Marinheira

Manoel Cavalcanti de Almeida, mais conhecido como Manoel da Marinheira, foi um dos mais importantes escultores brasileiros que fez história na pequena Boca da Mata, Alagoas, a 68 Km de Maceió. Ele nasceu em 1917 e desde muito pequeno ajudava seu pai no trato da madeira, fazendo pequenos brinquedos para ele próprio. Seu pai, além de trabalhar na roça, fazia santos e figuras de animais em madeira. Foi aos 14 anos de idade que Manoel pegou escondido uma ferramenta do seu pai e fez sua primeira escultura, um coelho. Foi assim que tudo começou. Segundo seu filho André, o nome Marinheira começou com o avô, pai de Manoel. “Ele chegou em um navio e não quis mais sair daqui. Sua avó ficou conhecida como a Marinheira e quando meu pai nasceu, passou a ser o Manoel da Marinheira”.



Foi trabalhando com a madeira que Manoel da Marinheira sustentou sua família. Usando como matéria-prima troncos de jaqueira, Marinheira conseguiu confeccionar durante anos de labuta centenas de peças, retratando animais da fauna brasileira, quase sempre em grandes proporções, com destaque para os felinos. O talento do artista fez com que suas obras o tornassem conhecido nacionalmente.

 Essa visibilidade começou no final da década de 60 quando o empresário Jorge Tenório passou a residir em Boca da Mata e a colecionar suas peças. Na década de 70, quando o fotógrafo Celso Brandão e o artista plástico Fernando Lopes conheceram o escultor, também passaram a se interessar pelos seus trabalhos e a divulgá-los junto a artistas e intelectuais. Da obscuridade em que vivia às luzes da capital foi um salto. Manoel da Marinheira encarava essa mudança com naturalidade, gratidão e muito trabalho. Foi o prazer pela arte de domar a madeira que fez com que o artista trabalhasse até quando a vista lhe permitiu. Felizmente esse percurso foi longo e a extensa produção do escultor é hoje disputada por museus e colecionadores de todo o país.

 Manoel da Marinheira, Leão, madeira. Reprodução fotográfica "Em nome do Autor", Proposta Editorial, SP.

Casado por duas vezes, o artista teve 20 filhos, dos quais cinco - André, Antonio, Maria Cícera, Manuel e Severino - seguiram o seu ofício. Quem quiser conferir a obra de Manoel da Marinheira pode ir ao museu que leva seu nome, situado no balneário Águas de São Bento, na Fazenda Bento Moreira, em Boca da Mata. O acervo possui cerca de 700 peças, que pertencem à coleção do empresário Jorge Tenório.

Fonte:
- Lima, Beth & Lima, Valfrido. Em Nome do Autor. Proposta Edital, São Paulo-SP, 2008.
- Dantas, Carmen Lúcia. Gazeta de Alagoas, Caderno B, Edição de 28 de maio de 2003.

sábado, 11 de abril de 2015

Dudé Casado | Antes que escureça | Ao vivo | HD




                     

                       Dudé Casado



Dudé Casado é figura carimbada no cenário musical da região do Cariri cearense.Cantor e compositor,desde os anos  1990 integrou algumas bandas de rock do Vale do Cariri.Dude e uma das novas apostas do cenario musical independente do Brasil. Nasceu no Vale do cariri Cearense,mais precisamente em Juazeiro do Norte( a meca dos nordestinos).
Ganhou destaque nacional e internacional quando tocou guitarra e foi um dos principais compositores  por longos 10 anos na banda Doutor Raiz, grupo caririense,liderada por Geraldo Junior,que tambem resolveu fazer carreira solo e pegou um tribus da Itapemirim e desembarcou na Pauliceia desvairada.Doutor Raiz  mesclava o rock com o resgate da cultura popular nordestina.


Agora Dudé está em uma nova etapa, em carreira solo, e divulga pela internet as canções do recém-gravado disco Antes que escureça. A nova fase também inclui uma mudança temporária (?) para o Rio de Janeiro, onde procura novos meios para divulgar sua música.
O seu primeiro trabalho solo tem elementos baseados no psicodelico, folk,rock n roll e inspiracao na musica regional,o disco
A esquerda de quem vem, foi produzido pelo guitarrista paulista Pedro Penna e traz uma sonoridade particular,contendo 10 faixas ineditas. Entre as cancoes Onde voce vai ?,Espelho Antigo,Pedrinha do rio, Triste sinais e Sem nome,todas elas gravadas no estudio Casa da Arvore,em Sampa.



Projeto Olhar do Alto realiza encontro de avaliação neste sábado (10)

Evento acontece a partir das 14h, na Universidart – Centro de Cultura e Artes da Bomba do Hemetério, sendo aberto ao público interessado em participar, como produtores e parceiros envolvidos nesta ação, além dos participantes das oficinas e formadores para discutir os próximos passos do projeto. Promovido desde o ano de 2013 em altos do Recife e de Olinda

sexta-feira, 10 de abril de 2015




BRASI CABOCO
O qui é Brasí Caboco?
É um Brasi diferente
do Brasí das capitá.
É um Brasi brasilêro,
sem mistura de instrangero,
um Brasi nacioná!
É o Brasi qui não veste
liforme de gazimira,
camisa de peito duro,
com butuadura de ouro…
Brasi caboco só veste,
camisa grossa de lista,
carça de brim da “polista”
gibão e chapéu de coro!
Brasi caboco num come
assentado nos banquete,
misturado cum os home
de casaca e anelão…
Brasi caboco só come
o bode seco, o feijão,
e as veiz uma panelada,
um pirão de carne verde,
nos dias da inleição
quando vai servi de iscada
prus home de posição.
Brasi caboco num sabe
falá ingrês nem francês,
munto meno o português
qui os outros fala imprestado…
Brasi caboco num inscreve;
munto má assina o nome
pra votar pru mode os home
Sê gunverno e diputado
Mas porém. Brasi caboco,
é um Brasi brasileiro,
sem mistura de instrangero
Um Brasi nacioná!
É o Brasi sertanejo
dos coco, das imbolada,
dos samba, dos vialejo,
zabumba e caracaxá!
É o Brasi das vaquejada,
do aboio dos vaquero,
do arranco das boiada
nos fechado ou tabulero!
É o Brasi das caboca
qui tem os óio feiticero,
qui tem a boca incarnada,
como fruta de cardoro
quando ela nasce alejada!
É o Brasi das promessa
nas noite de São João!
dos carro de boi cantano
pela boca dos cocão.
É o Brasi das caboca
qui cum sabença gunverna,
vinte e cinco pá-de-birro
cum a munfada entre as perna!
Brasi das briga de galo!
do jogo de “sôco-tôco”!
É o Brasi dos caboco
amansadô de cavalo!
É o Brasi dos cantadô,
desses caboco afamado,
qui nos verso improvisado,
sirrindo, cantáro o amô;
cantando choraro as mágua:
Brasi de Pelino Guedes,
de Inácio da Catingueira,
de Umbelino do Texera
e Romano de Mãe-d’água!
É o Brasi das caboca,
qui de noite se dibruça,
machucando o peito virge
no batente das jinela…
Vendo, os caboco pachola
qui geme, chora e soluça
nas cordas de uma viola,
ruendo paxão pru ela!
É esse o Brasi caboco.
Um Brasi bem brasilero,
sem mistura de instrangêro
Um Brasi nacioná!
Brasi, qui foi, eu tô certo
argum dia discuberto,
pru Pêdo Arves Cabrá.

O Nordeste portal

quinta-feira, 9 de abril de 2015



MOÇÃO DE APLAUSOS ao SENHOR JOSÊNIO TORRES VERAS. 
"O vereador Valber Freitas, na forma regimental vigente, apresenta nesta Egrégia Casa Legislativa MOÇÃO APLAUSOS ao SENHOR JOSÊNIO TORRES VERAS, pelo seu trabalho dedicado em fotografar as belezas naturais, fauna e empreendimentos de  Campo Formoso. 
Um trabalho que vem chamando a atenção pelo seu profissionalismo, com isso o mesmo já teve vários reconhecimentos, como a fotografia do dia no concurso cultural "sua foto!" da National Geographic Brasil, e a revista conceituada em fotografias Fotografe Melhor, com a fotografia de um pássaro alimentando o seu filhote, foto tirada no povoado de Santo Antonio em uma roça de sorgo,essa foto chamou a atenção da revista que deu ênfase em suas paginas,reconhecendo nacionalmente o potencial do profissional que tem a fotografia como um hobby,
JOSENIO TORRES VERAS, realmente nos orgulha de estar sempre estampado nas principais revistas e imprensas do Brasil, com um acervo de imagens e belezas da nossa terra querida Campo formoso através da fotografias,e também das exposições nas universidades da região, chamando a atenção dos estudantes universitários. Parabéns e continue nos dando orgulho."

Sala das Sessões da Camara municipal de Campo Formoso-BA,em 01 de Abril de 2015.

quarta-feira, 8 de abril de 2015



                   78 anos de Jomard Muniz de Britto

Cineasta, professor, (pop)filósofo, escritor, performer, agitador cultural, ou, como costuma se auto intitular, “o mau velhinho da Boa Vista”. Sempre serão poucas as definições para englobar o caleidoscópio que é Jomard Muniz de Britto, uma das mais emblemáticas e atuantes figuras da cena cultural do estado. Tropicalista de primeira hora, Jomard completa, nesta quarta (8), 78 anos de pura inquietação artística, que o levou a fazer da antropofagia de tudo seu modo de vida.


Sua irreverência, seu pensamento ágil, irônico e vanguardista estão presentes em filmes, peças de teatro, livros, nas ruas do Recife, através dos seus famosos “atentado poéticos”. O Cultura PE parabeniza hoje este grande mestre de gerações e gerações e relembra recente participação sua na série ‪#‎MeuLugarNaCidade‬, em homenagem às cidades de Recife e Olinda. Lá, Jomard fala sobre a Rua da Aurora, onde lançou seu primeiro livro, “Contradições do homem brasileiro”, em 1964.
Parabéns, Jomard!


Orquestra Tabajara comemorando 80 anos de existência!
A Orquestra Tabajara foi fundada em 1934 na cidade de João Pessoa (Paraíba), pelo empresário e cônsul holandês Oliver Von Sohsten.
À época da fundação, a orquestra levava o nome de Jazz Tabajara. Em 1937, com a inauguração da Rádio Tabajara, a orquestra foi contratada para fazer parte de seu elenco.
Nesse período, Severino Araújo foi convidado para integrar o naipe de saxofones da orquestra, que já contava com músicos conhecidos, dentre os quais pode-se destacar K-Ximbinho,Waldyr Brito(Pássaro triste), José Leocádio, Geraldo Medeiros, Porfírio Costa e Raimundo Napoleão. Cláudio de luna Freire, Olegario de Luna Freire (diretor) etc.
Com a morte repentina de Luna Freire, Severino Araujo, aos 21 anos de idade, assumiu a direção da orquestra, que se tornaria uma das mais famosas orquestras populares do Brasil.
Cantores famosos como Francisco Alves, Orlando Silva, Déo, Ciro Monteiro e outros, excursionaram pelo nordeste acompanhados pela orquestra.

Daí, a fama da orquestra chegou ao Rio de Janeiro, então capital do país e pólo de produção musical. Em dezembro de 1944, a Orquestra Tabajara recebeu da Rádio Tupi o convite para se apresentar na capital e a estreia aconteceu no dia 20 de janeiro de 1945, tendo tido grande repercussão no país.
A orquestra permaneceu por 10 anos como contratada da Rádio Tupi. Posteriormente, passou mais 5 anos na Rádio Mayrink Veiga, 10 na Rádio Nacional e 5 na TV RIO, onde Severino se destacou com a excelente execução da Abertura do Guarani de Carlos Gomes, no 1º festival internacional da Canção, apresentado pela emissora.


A orquestra já realizou muitas apresentações no exterior. Em 1952 a orquestra tocou em Paris, por ocasião do lançamento do algodão brasileiro, na festa Festa do Jaques Fath; em 1955, apresentou-se no Carnaval de Montevidéu; no ano de 1961, apresentou-se na feira internacional, em Buenos Aires;
Em 1989 tocou no Casino Estoril, de Lisboa e em 1990 excursionou por diversas cidades de Portugal.
Em 2006, Severino Araújo deixou o comando da Orquestra Tabajara. Araújo comandou a Orquestra Tabajara por 74 anos. Seu irmão Jayme Araújo assumiu o comando do grupo.
Em 2012, morre o maestro Severino Araújo aos 95 anos de idade.


FONTE: Wilkipedia

terça-feira, 7 de abril de 2015


7º Festival da Sanfona de Salgueiro recebe inscrição até terça-feira(7) 


O prazo de inscrição para o Festival da Sanfona de Salgueiro encerra na terça-feira (7). O evento, que está na sua 7ª edição, deve reunir músicos do Sertão pernambucano de idades e estilos diversos. Os interessados podem fazer a inscrição pessoalmente, por correspondência ou pela internet. As premiações variam de R$ 1 mil a R$ 3 mil.

Estão disponíveis três categorias para a disputa: 'Sanfona de 8 Baixos', 'Sanfona Infantojuvenil' (para músicos de 6 a 18 anos de idade) e 'Sanfona Livre'. Quem preferir se inscrever pessoalmente, deve ir à Secretaria de Cultura e Esportes, das 9h às 12h, e apresentar preenchida a ficha de inscrição que está disponível online, além de cópias do CPF e RG e um CD com a gravação de três músicas. No edital do concurso estão listadas as 62 opções de canções que o candidato pode gravar.

Para realizar a inscrição por correio, o candidato deve colocar os documentos citados em um envelope e o CD em outro. De acordo com o edital, os envelopes não podem ter identificação e devem ser colocados em um terceiro. Este último envelope deverá ser endereçado para: 7° Festival da Sanfona do Sertão, Secretaria deCultura e Esportes – Anexo da Prefeitura de Salgueiro, Rua Maria Nogueira Sampaio, s/n, N. Sra. das Graças. O CEP é 56.000-000.

Os sanfoneiros que quiserem realizar a inscrição via internet devem enviar os documentos digitalizados e as músicas, em arquivos de mp3 ou wma, para o e-mail: cultura@salgueiro.pe.gov.br. A relação dos 24 selecionados deve ser divulgada no dia 14 de abril. Para a categoria 'Sanfona Livre', serão classificados 16 concorrentes e dois suplentes, para 'Sanfona Infanto-Juvenil' serão quatro concorrentes e um suplente e para 'Sanfona de 8 Baixos' também quatro concorrentes e um suplente.

Os campeões das últimas duas edições não poderão participar. Os classificados vão se apresentar publicamente nos dias 29 e 30 de abril. Os concorrentes precisam apresentar duas canções, sendo, pelo menos, uma delas sem acompanhamento de outros músicos. A final está prevista para o dia 1º de maio.